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Recife, 26/OUT/2014
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Artesanato


É praticamente impossível para o turista visitar Pernambuco e, na volta para casa, não levar na bagagem pelo menos uma peça que represente o rico artesanato local. Vale de bordados (para cama, mesa, banho e vestuário) a objetos em madeira, barro ou fibra: tudo feito à mão, num trabalho que exige esforço e paciência. São tradições que passam de geração para geração. Conheça os principais polos de artesanato em Pernambuco.

Região Metropolitana do Recife


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RECIFE

Casa da Cultura
Rua Floriano Peixoto, s/n, Santo Antônio. Fone: (81) 3224-0557

Foto da Casa da Cultura

Casa da Cultura. Crédito: Cecília de Sá Pereira/DP/D.A. Press

A antiga casa de detenção, restaurada em 1975, foi transformada em centro de cultura regional. O museu do frevo, lojas de artesanato, lanchonete e postos de informações turísticas estão instalados nas antigas celas. Funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h; aos sábados, das 9h às 18h; e aos domingos, das 9h às 14h. A entrada é gratuita. Mais informações: www.casadaculturape.com.br.

Mercado de São José
Praça Dom Vital, s/n, São José. Fone: (81) 3355-3399

Foto do Mercado de São José

Mercado de São José. Crédito: Alcione Ferreira/DP/D.A. Press

O Mercado de São José, inaugurado em 1875, é uma das primeiras construções do Brasil que possui toda a sua estrutura feita em ferro. O projeto seguiu o modelo do Mercado de Grenelle, na França, e está localizado numa área conhecida como Praça do Mercado, onde fica também a Basílica de Nossa Senhora da Penha (1870). O mercado tem 542 boxes, que comercializam artesanato, carne e peixe frescos. Aberto de segunda a sábado, das 6h às 18h; e aos domingos e feriados, das 6h às 13h.

Feira do Bom Jesus
Rua do Bom Jesus, s/n, Bairro do Recife

Casario da Rua do Bom Jesus

Casario da Rua do Bom Jesus. Crédito: Roberto Ramos/DP/D.A. Press

Com concessão da Prefeitura do Recife, a feira reúne expositores, todos os domingos, das 14h às 22h. Além do potencial turístico, o encontro incentiva a população local a ocupar a área central da cidade nos finais de semana.

Feira de Arte e Artesanato de Boa Viagem
Praça de Boa Viagem, s/n, Boa Viagem

Foto da Feirinha de Boa Viagem

Feirinha de Boa Viagem. Crédito: Inês Campelo/DP/D.A. Press

A feira mistura turistas e população local, diariamente, das 14h às 22h. São cerca de 200 expositores, apresentado seus produtos ao lado da Igreja de Nossa Senhora da Boa Viagem, à beira-mar do bairro.

OLINDA

Mercado Eufrásio Barbosa (em reforma por tempo indeterminado)
Avenida Sigismundo Gonçalves, s/n, Varadouro

Foto do Mercado Eufrásio Barbosa

Mercado Eufrásio Barbosa. Crédito: Teresa Maia/DP/D.A. Press

O mercado, situado na entrada da cidade, foi sede da antiga Casa da Alfândega Real, onde eram vendidos os produtos vindos da Europa. Naquela época, os finos tecidos europeus eram pendurados em varas de madeira com pedaços de ouro nas pontas. Daí o nome do bairro: Varadouro. Hoje em dia, é comum ver grupos folclóricos e maracatus se apresentando nas tardes de domingo - uma demonstração da cultura pernambucana. O mercado fica aberto de segunda-feira a sábado, das 9h às 17h30.

Mercado da Ribeira
Rua Bernardo Vieira de Melo, s/n, Ribeira. Fone: (81) 3493-9708

Artesanato do Mercado da Ribeira

Artesanato do Mercado da Ribeira. Crédito: Roberto Ramos/Aqui PE/D.A. Press

Construção do século XVI. Atualmente, funcionam nele diversas lojas de artesanato, oficinas de entalhadores, livraria e a Oficina Guaianases de Gravura %u2013 que tem um rico acervo de pedras litográficas e de rótulos impressos por meia da litografia. Em frente ao mercado, estão localizadas as ruínas do Antigo Senado, onde, em 1710, Bernardo Vieira de Melo deu o "primeiro grito" em favor da República no Brasil. Funciona todos os dias, das 9h às18h30. Há lojas que ficam abertas até as 21h.

Feira da Sé
Alto da Sé, s/n, Cidade Alta

Foto do Mercado de Artesanato do Alto da Sé

Mercado de Artesanato do Alto da Sé. Crédito: Marcelo Soares/Esp. DP/D.A. Press

O Alto da Sé foi recentemente requalificado e entregue à população com novos equipamentos e espaços culturais, como o mirante com elevador panorâmico e o novo mercado de artesanato. O principal atrativo do local é a presença das tapioqueiras que preparam na hora a mais famosa tapioca de Pernambuco. A feirinha do Alto da Sé funciona, diariamente, das 9h às 20h.

Zona da Mata


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Lagoa do Carro
Zona da Mata Norte de Pernambuco

Foto de Lagoa do Carro

Lagoa do Carro. Crédito: Helder Tavares/DP/D.A. Press

A 61 km de Recife, na Zona da Mata Norte do Estado, o município de Lagoa do Carro ficou famoso em todo o Brasil por sua produção de tapetes. Inicialmente, os desenhos apenas reproduziam os azulejos portugueses aplicados nas fachadas e construções recifenses. Aos poucos, elementos da cultura nordestina também foram ganhando espaço. A produção de tapetes artesanais é a principal atividade de Lagoa do Carro, a ponto dos novelos de lãs serem utilizados até como moeda corrente. Os tapeceiros se reúnem em cooperativas e associações e distribuem sua produção para todo o Brasil.

Agreste


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Gravatá
Agreste pernambucano

Foto de Gravatá

Artesanato de Gravatá. Crédito: Marcelo Lyra/Olho Nu/Fundarpe

O forte do artesanato de Gravatá, distante 85 km do Recife, são os brinquedos educativos. Os artesãos locais esculpem carros, mobília para bonecos, cavalos e peões. São peças simples e bem acabadas que funcionam na decoração e divertem as crianças. A produção moveleira também merece destaque, com preços que variam a depender do tamanho da peça. Os utilitários também aparecem em grande variedade. Nas esculturas, o estilo palito é o que mais tem sido trabalhado na cidade.

Bezerros
Agreste pernambucano

Foto de Bezerros

Papangus de Bezerros. Crédito: Alcione Ferreira/DP/D.A. Press

O universo lúdico dos folguedos de carnaval e dos brinquedos populares são as principais fontes de inspiração para os artesãos de Bezerros, distante 107 km do Recife, Agreste pernambucano. Lá, são confeccionadas as máscaras em papel machê dos famosos papangus, fantasias tradicionais da folia no município. Uma boa amostra das coloridas fantasias e das máscaras, que também servem como elementos de decoração, podem ser encontradas no Centro Cultural Papangu. Já o Centro de Artesanato de Pernambuco, localizado no Km 107 da BR-232, funciona de terça a sábado, das 9h às 18h, e aos domingos e feriados, das 9h às 13h. Fone: (81) 3728-6650.

Caruaru
Agreste pernambucano

Foto do Museu Mestre Vitalino, no Alto do Moura, Caruaru

Casa-Museu Mestre Vitalino, no Alto do Moura, em Caruaru. Crédito: Inês Campelo/DP/D.A. Press

A 130 km do Recife, o município do Agreste de Pernambuco é considerado pela Unesco um dos maiores centros de arte figurativa das Américas. Em toda a cidade, é possível encontrar peças do artesanato local, feitas em barro pelos seguidores de Mestre Vitalino, o artesão Vitalino Pereira dos Santos, que esculpia as cenas do dia-a-dia nordestino. O melhor do artesanato de Caruaru pode ser encontrado no Alto do Moura, bairro onde o Mestre viveu e deixou mais de três mil seguidores. É lá onde ficam os ateliês dos artesãos contemporâneos e a Casa-Museu Mestre Vitalino, onde viveu o artesão. Fone: (81) 3725-0805. Funciona de segunda-feira a sábado, das 8h às 18h; e aos domingos, das 8h às 12h. A entrada custa R$ 1.

Tracunhaém
Agreste pernambucano

Foto de Artesanato em barro de Tracunhaém

Artesanato em barro de Tracunhaém. Crédito: Inês Campelo/DP/D.A. Press

A cerâmica artesanal é o forte do município de Tracunhaém, que fica a 72 km da capital pernambucana, no Agreste do estado. As peças são feitas com argila, facilmente encontradas às margens do rio que leva o mesmo nome da cidade. Da matéria-prima em estado bruto, surgem esculturas que, em sua maioria, retratam imagens paradoxais: santos católicos e cenas profanas. Também são confeccionados cinzeiros, jarros e utensílios em geral. Praticamente toda a produção é feita no Núcleo de Produção Artesanal. O espaço reúne trabalhos de cerca de 50 artistas locais.

Passira
Agreste pernambucano

Foto de Passira

Os bordados de Passira. Crédito: Tatiana Nascimento/DP/DA press

A 100 km do Recife, a cidade no Agreste Meridional de Pernambuco abriga nada menos que 5 mil bordadeiras, entre seus cerca de 30 mil habitantes. As rendas e os bordados do local tiveram, durante muito tempo, presença garantida nos casamentos da aristocracia recifense. A maioria das casas da região é também lojinha de venda de bordados e rendas com detalhes coloridos. Em novembro, a cidade promove uma grande feira que atrai compradores e admiradores do artesanato de todo o país.

Sertão


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Petrolina
Sertão pernambucano

Foto de Ana das Carrancas, em Petrolina

Ana das Carrancas, em Petrolina. Crédito: Fred Jordão/Fundarpe

Também conhecida como a cidade das carrancas. Essas enigmáticas esculturas %u2013 compostas apenas de cabeça e pescoço e que misturam feições humanas e animais %u2013 eram utilizadas nas embarcações do Rio São Francisco, no final do século XIX, para adornar os barcos e afugentar os maus espíritos. Embora as carrancas possam ser encontradas em todas as lojas de artesanato da cidade, alguns escultores são mais notórios %u2013 como Ana Leopoldina dos Santos, a Ana das Carrancas, e Gabriel Pereira Filho, o Biu Carranqueiro. Seus trabalhos podem ser encontrados em seus ateliês, na BR-407, s/n, Cohab Massangano (ao lado do pátio da feira) e na Rua Irmã Gerônima, nº 13, Centro, respectivamente. Outra atração do artesanato de Petrolina é o trabalho de Roque Gomes Rocha, o Roque Santeiro. Ele trabalha há mais de 20 anos com madeira, esculpindo em troncos de amburana anjos, santos e mulheres sensuais. Seu ateliê fica na Rua Cícero Pombo nº 435, Centro. Petrolina fica a 769 km do Recife, Sertão do São Francisco. Mais informações na Oficina do Artesão de Petrolina. Fone: (87) 3864-2069.

Sertânia
Sertão pernambucano

Foto de vista aérea de Sertânia

Vista aérea de Sertânia. Crédito: Prefeitura de Sertânia

Os oratórios - utilitários domésticos feitos de talhas de madeira %u2013 são o forte da produção artesanal de Sertânia, a 316 km de distância da capital de Pernambuco, no Sertão do Pajeú. O acesso é feito pelas BR-110 e BR-232. Os artesãos do município são organizados em associações e cooperativas.

Águas Belas
Sertão pernambucano

Foto de Artesanato indígena em Águas Belas

Artesanato indígena de Águas Belas. Crédito: Juliana leitao/DP/D.A. Press

A cidade, a 314 km do Recife, é famosa pela riqueza de seu artesanato indígena. No local, está a tribo Fulni-ô, uma das maiores de Pernambuco. O acesso é feito pela BR-232 até Garanhuns e pela BR-423 até Águas Belas.



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