
F oto: Divulgação |
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Gravatá ganha sete
trilhas eqüestres
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Importante centro turístico de Pernambuco, a
cidade de Gravatá, que já conta com o
clima ameno e com eventos como o Circuito do Frio, as
festas de páscoa e junina, ganha agora mais uma
atração de entretenimento para os visitantes:
o projeto Trilhas Eqüestres de Gravatá.
A idéia é valorizar o turismo rural na
região Agreste, através do incentivo à
prática da cavalgada, com o oferecimento de roteiros
eqüestres bem estruturados e sinalizados que exploram
a os atrativos naturais do local.
O roteiro te sete opções de trilhas: Montanha,
Serra da Limeira, Estrada Velha de Chã Grande,
Vale do Caruá, Trilha da Caroatá, da Bela
Vista e do Rio Ipojuca. Na
Trilha da Montanha,
o turista encontrará atributos como belas paisagens,
facilidade de cavalgar, seja de dia ou à noite
e com um trajeto de 6 km, um dos mais curtos. A duração
do percurso é de uma hora e meia. Ela é
ideal para os iniciantes na prática da cavalgadas.
Uma ótima opção para aproveitar
com a família e os amigos.
Na
Trilha da Serra da Limeira, um mirante é uma
das atrações, uma vista impressionante
da beleza do lugar. A cavalgada nesta trilha é maior,
23 Km, com duas paradas de 15 minutos. A duração é de
cinco horas.
A
Trilha da Estrada Velha de Chã Grande apresenta
aos desportistas eqüestres um longo trecho pelo
Rio Ipojuca e uma bela vegetação nativa.
Neste percurso, o cavaleiro tem a oportunidade de
passar por haras e criatórios de cavalos de
diferentes raças existentes na região.
São três horas e meia de uma cavalgada
de 17 Km.
Outra opção das Trilhas Eqüestres
de Gravatá é a
do Vale do Caruá,
considerada uma das mais tranqüilas. O roteiro
tem duração de uma hora e meia e 7
Km, curto, mas agradável. Na rota, passa-se
por um grande açude, grande trecho de vegetação
nativa, típica do Agreste e pela casa do artesão
com esculturas de cavalos, uma das expressões
de arte popular local.
A quinta opção é a
Trilha
do Caroatá, uma das mais sinuosa e irregular,
com direito a precipícios e belas paisagens.
São 18 Km com duração de cinco
horas, com duas paradas de 15 minutos. Exige um certo
esforço físico, mas é um trecho
de grandes atrações, como a olaria
mais antiga de Gravatá e o centro de manejo
de ovinos e caprinos, considerado o mais moderno
do Estado, além da estrada velha entre Gravatá e
Bezerros, sede de fazendas tradicionais do lugar
e frondosa vegetação de caatinga.
Na
Trilha da Bela Vista, a cavalgada é realizada
em duas horas com parada de 15 minutos para descanso.
Já a Trilha do Rio Ipojuca, tem 20 Km e dura
quatro horas com duas paradas de 15 minutos. Os dois
percursos passam por belas paisagens, sedes de fazendas
e pelo rio Ipojuca, com trecho em passagem molhada
na trilha do rio.
Será o primeiro roteiro eqüestre com
atividade turística de todo o Nordeste, uma
conseqüência de Gravatá estar em
primeiro lugar na região em concentração
de haras, fazendas de criação e centros
hípicos.
Além disso, a cidade distante 79 km da capital
pernambucana, conta com uma rede hoteleira estruturada,
roteiro gastronômico consolidado. O acesso
de carro ao município de 513 km2 é feito
pela BR-232, rodovia totalmente duplicada até a
cidade.
História - Em 1808, o local onde hoje fica
o município de Gravatá era uma fazenda
de gado denominada Caraotá., que pertencia
a José Justino Carreiro de Miranda. Foi ele
que deu início à construção
de uma capela dedicada à Nossa Senhora de
Santana, concluída pelos seus herdeiros em
1822.
Fundado em 25 de maio de 1875, o povoado foi
elevado à categoria
de vila em 30 de maio de 1881, através da
Lei provincial nº 1.560. Em 31 de junho de 1884,
Gravatá se tornou uma cidade, com a criação
de uma comarca. Administrativamente, o município é composto
pelo distrito sede e pelos povoados de Urucum Mirim,
Russinhas, São Severino de Gravatá,
Avencas e Ilha Energética.
Serviço:
Local: Hotel Portal de Gravatá
Informações: (81) 3428-8600
Da Redação do PERNAMBUCO.COM