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CINEMA

Dráuzio Varella e Bárbara Paz conversam sobre o longa Babenco nesta quinta

Publicado em: 02/09/2020 11:11 | Atualizado em: 02/09/2020 11:15

O filme retrata o vigor intelectual e a fragilidade fi%u0301sica que marcou a vida do cineasta. (Foto: Divulgação)
O filme retrata o vigor intelectual e a fragilidade fi%u0301sica que marcou a vida do cineasta. (Foto: Divulgação)

O paralelo entre a arte e a doença do cineasta Hector Babenco é traçado no premiado longa-metragem Babenco - alguém tem que ouvir o coração e dizer: parou, que marca a estreia de Bárbara Paz na direção. O filme será tema de live nesta quinta-feira (3), às 18h, no Instagram da Globo Filmes (@globofilmes). A diretora bate um papo com Drauzio Varella, que foi médico e amigo de Babenco, e a corroteirista Maria Camargo.

O filme revela medos e ansiedades, mas tambe%u0301m memo%u0301rias e reflexo%u0303es, como um confronto entre vigor intelectual e a fragilidade fi%u0301sica que marcou a vida do cineasta. Babenco estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, e conquistou o Leão de Ouro. Recentemente, também venceu o prêmio de melhor documentário no Festival Internacional de Cinema de Mumbai, na Índia. O longa estava previsto para estrear na programação dos cinemas em abril, mas precisou ter o lançamento adiado por conta da pandemia.

No Brasil, sua primeira exibição foi na 43ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, sendo um dos cinco selecionados para a exibição especial no Theatro Municipal de São Paulo. O documentário é uma produção HB Filmes e produzido por Bárbara Paz. A coprodução é da Gullane, Ava Filmes, Lusco Fusco, Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil. A distribuição no Brasil é da Imovision.



SINOPSE
“Eu ja%u0301 vivi minha morte, agora so%u0301 falta fazer um filme sobre ela” – disse o cineasta Hector Babenco a Ba%u0301rbara Paz, ao perceber que na%u0303o lhe restava muito tempo de vida. Ela aceitou a missa%u0303o e realizou o u%u0301ltimo desejo do companheiro: ser protagonista de sua pro%u0301pria morte. Nesta imersa%u0303o amorosa na vida do cineasta, ele se desnuda, consciente, em situac%u0327o%u0303es i%u0301ntimas e dolorosas.

Revela medos e ansiedades, mas tambe%u0301m memo%u0301rias, reflexo%u0303es e fabulac%u0327o%u0303es, num confronto entre vigor intelectual e fragilidade fi%u0301sica que marcou sua vida. Do primeiro ca%u0302ncer, aos 38 ate%u0301 a morte, aos 70 anos, Babenco fez do cinema reme%u0301dio e alimento para continuar vivendo. Tell me when I die e%u0301 o primeiro filme de Ba%u0301rbara Paz mas, tambe%u0301m, de certa forma, a u%u0301ltima obra de Hector - um filme sobre filmar para na%u0303o morrer jamais.
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