
Quando o momento chegar e você estiver de frente para a prova, lembre de algumas dicas que reservamos para você. As questões - dos mais variados assuntos - foram elaboradas das mais diferentes formas por professores distintos. Como fazer para não se desesperar diante de um leque tão variado de exigências? Não existe uma receita infalível, mas os professores garantem a eficácia de algumas estratégias que ajudam na hora de responder ao exame.
Começar pela disciplina que gosta mais ou que tem mais facilidade (mesmo que não seja específica), por exemplo, é uma dica unânime entre os mestres. "O desgaste tem que ser progressivo e não inicial. Não vale a pena começar um dia de prova com as matérias que considera mais difícil", diz o professor de Geografia Vinícius Ribeiro.
A dica também serve para a resolução das questões especificamente. Ao se deparar com uma pergunta do tipo casca de banana, o fera não deve perder a calma. A experiência aconselha a deixar o quesito e passar para o próximo, voltando ao problema quando terminar os mais fáceis. "Assim se economiza tempo e neurônios", brinca Vinícius.
O tempo, aliás, é um detalhe importante. "Se a Covest oferece quatro horas para a resolução de toda a prova, por que não usá-las?", questiona o professor de Biologia Carlos Bravo. "Não tem para quê ter pressa. O ideal é deixar pelo menos meia hora ou os quarenta minutos finais para revisar a prova e marcar o gabarito com calma", aconselha. "Se terminar, revisar, analisar e responder a prova antes do tempo, também não precisa ficar de bobeira dentro da sala", avisa Bravo.
Para aproveitar o tempo oferecido para resolução da bateria de exames, outra dica é ler a prova com calma, explorando bem o enunciado das questões. "A prova é para ser paquerada. O fera deve ler inicialmente dar uma lida nas perguntas, sem se preocupar, no primeiro momento, com a busca pelas alternativas corretas", recomenda o professor de História Alexandre Costa.
Segundo ele, o estado alterado de tensão em que se encontram os candidatos pode prejudicar a percepção do que está sendo cobrado. "É comum acontecer dos feras só perceberem na hora da correção que uma questão pedia a alternativa incorreta em vez da correta, por exemplo", diz Costa.
Por fim, as recomendações para marcar a folha de respostas. Esta deve ser a última preocupação dos vestibulandos, mesmo porque na hora da revisão, pode ser que o fera perceba algum detalhe que passou despercebido e que mude a resposta. Se o gabarito já estiver marcado, será tarde demais. Outra boa dica é escrever a letra que considera correta ao lado da questão. "Assim, não tem como errar na marcação do gabarito", garante o professor de História.