Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco Canal 9 Clube FM Rádio Clube AM
Edição de Domingo, 4 de Dezembro de 2005 
Revista da TV | Sucesso debaixo de vaias
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   Clube DIARIO
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Domingo
   Fun Zine
   Guia de Profissões
   Infozone
   Interior
   Viagem
   Informática
   Carro
   Fim de Semana
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

Revista da TV
Sucesso debaixo de vaias
EM JANEIRO - Ídolo da música americana, Bob Dylan terá especial, já lançado em DVD, exibido pela rede Telecine
Bob Dylan não assistiu, e não pretende assistir, a No direction home, dirigido por Martin Scorsese. Pareceria apenas uma excentricidade não tivesse sido o próprio cantor quem mandou fazer o documentário sobre como, num período de cerca de cinco anos, ele passou de adolescente comum criado no Novo México a ídolo da música americana. Entre aplausos e vaias. "Bob não gosta de olhar para o passado; é voltado para o futuro. Ele é o responsável pela realização do filme e está feliz com seu lançamento, mas não pode vê-lo", tentou explicar David Tedeschi, editor do filme, em entrevista no Festival Internacional de Televisão do Rio de Janeiro, semana passada. "Esta é uma história com muitos conflitos. Mostra como ele se tornou poeta, compositor, e também sua complicada história de amor com o público. Quando começou a tocar guitarra, muitos fãs sentiram-se traídos".


cantor NUMA DAS CENAS DO DOCUMENTÁRIO DE MARTIN SCORSESE. Foto: Divulgação.
  No direction home está sendo lançado em DVD e já tem exibição garantida na rede Telecine em janeiro. No Brasil, foi visto pela primeira vez durante o Festival, numa sessão para convidados que reuniu Zelito Vianna, Maurice Capovilla e Maria Luísa Mendonça, entre outros. Nos Estados Unidos, a apresentação foi pela rede PBS, em duas partes. O programa também foi mostrado em festivais e ficou em cartaz nos cinemas de algumas pequenas cidades por duas semanas, mas seu veículo é mesmo a TV: "Scorsese acredita que a televisão tem o poder de educar, e não só entreter. Além disso, é mais fácil conseguir financiamento de produções para a TV, e um filme com três horas e meia não seria muito comercial", diz Tedeschi.

  A produtora de Dylan trabalhava no documentário há oito anos. Scorsese foi chamado há cerca de quatro para integrar o projeto e aceitou, segundo Tedeschi, sobretudo por ser fã do cantor. Além de trazer a versão de Dylan para a rejeição que sofreu a uma certa altura, o filme tem o mérito de trazer imagens raras, ou inéditas, dele e de outros artistas que faziam sucesso na cena americana no início dos anos 60, como Joan Baez e Maria Muldaur. Todos remexeramseus arquivos pessoais para contribuir com a produção. "Temos imagens históricas do Newport Folk Festival de 63, onde ele se consagrou como estrela, e da edição de 65, em que tocou guitarra pela primeira vez e foi vaiado", vibra o editor.

Clique aqui e leia os Comentários

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com