Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco Canal 9 Clube FM Clube AM
Atualizado em 06|11|2005 
Revista da TV | O lado bom do jeitinho
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   Clube DIARIO
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Domingo
   Fun Zine
   Guia de Profissões
   Infozone
   Interior
   Viagem
   Informática
   Carro
   Fim de Semana
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

Revista da TV
O lado bom do jeitinho
Canal futura
Antônio de Andrade, 28 anos, filho do cineasta Joaquim Pedro de Andrade (Macunaíma), bem que tentou fugir do seu destino. Estudou violão e prestou vestibular para música, mas foi estagiar numa produtora e envolveu-se até a raiz dos cabelos com os filmes que ajudava a sonorizar. Vencido, abraçou a carreira do pai, mas abriu outras frentes: um de seus projetos para a TV acaba de emplacar no Futura. É a série Jeitinho brasileiro, que mostrará como se viram os trabalhadores sem carteira assinada. "Eu vinha de tantas derrotas que nem acreditei quando venci o pitching do Futura", diz Antônio, referindo-se ao nome do evento em que vários produtores ofereceram projetos à direção do canal.


Antônio de Andrade criou série sobre economia informal. Foto: Carlos Ivan/Divulgação.
  Jeitinho brasileiro vai mostrar como pessoas que vivem na economia informal, representantes de 60% da população economicamente ativa, conseguem sobreviver. De preferência, gente que ganha menos de um salário-mínimo. É o "sevirol do bem", mas não vamos mascarar os fatos quando o jeitinho for o do sentido pejorativo. Antônio acabou se formando em sociologia e estudando cinema na New York University. As derrotas a que ele se refere são a eliminação no pitching do GNT e a dificuldade de conseguir patrocínio para Desterro, um curta de ficção, e Cotidiano, uma série de curtas documentais, rodados em 16 mm e em preto-e-branco: "O curta é um espaço de experimentação; nele posso amadurecer meu jeito de fazer cinema. Não acho que seja um subproduto do longa. Tem uma identidade própria, é um conto. O problema é que não há onde exibi-lo, então é difícil alguém botar dinheiro".

  Os 13 programas de meia hora da série Jeitinho brasileiro ficarão a cargo da Filmes do Serro, produtora aberta por Joaquim Pedro em 1962 e reativada há dez anos por Antônio e suas irmãs Alice e Maria. A estréia será com um ex-funcionário público que, sentindo-se inútil, demitiu-se e virou catador de latas. Atualmente, o principal projeto da empresa é a digitalização da obra de Joaquim Pedro.

Clique aqui e leia os Comentários

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com