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Age of Empires 3
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Clássico do gênero, game investe nos aspectos históricos e traz oito civilizações para incrementar a grande disputa |
Iúri Moreira Da equipe do DIARIO |
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Age of Empires é um daqueles games que faz parte de um seleto grupo de clássicos, a exemplo das séries Fifa e Quake, por exemplo. Mais que isso, ao lado de WarCraft e Command & Conquer, Age completa a "santíssima trindade" dos jogos de estratégia em tempo real, um dos gêneros que tem mais seguidores. A diferença é que, enquanto WarCraft tem foco no universo medieval da fantasia e Command & Conquer apresenta um contexto militar atualizado, Age of Empires investe pesado nos aspectos históricos.
 Jogabilidade mais ágil é um dos pontos que merecem destaque nesta nova versão. Telas: Reprodução. | Totalmente em português, a terceira versão de Age of Empires vem recontar a descoberta da América. Ao todo, são oito civilizações disputando o espaço no novo mundo. Tá certo que tem umas forçações de barra, como a presença de russos, turcos otomanos e alemães, que eram povos influentes na Europa na época dos descobrimentos. Mas como trata-se de um game, a presença vale e não incomoda.
No final do século 15, época em que Age of Empires está ambientado, nossos colonizadores portugueses eram uma das maiores potências marítimas do planeta. Junto com eles e os outros já citados, completam o time de civilizações franceses, britânicos, espanhóis e holandeses. Eles vão brigar entre si, podendo formar alianças com tribos indígenas, incluindo comanches, iroqueses e aztecas. Claro que, no final das contas, o que vale é subjugar os povos nativos.
A campanha principal oferece 24 missões, divididas em três atos, que conta a saga de Morgan Black e seus descendentes. Ao mesmo tempo que avançavam sobre o novo mundo, confrontam um culto misterioso europeu e participam de episódios famosos da história, ajudando os astecas a resistir aos conquistadores espanhóis, jogando franceses contra ingleses na Guerra dos Sete Anos ou mesmo comandando, ao lado de Simão Bolívar, as revoluções na América do Sul.
 | Uma boa idéia é fazer parcerias com as civilizações indígenas, construindo postos de comércio na aldeia. Com eles, você passa a ter acesso a novas tecnologias e unidades, geralmente mais baratas. Os mesmos postos são utilizados para controlarrotas de comércio, que podem evoluir até o transporte ferroviário.
Interatividade - A novidade da terceira versão do game é a jogabilidade, mais ágil e menos complicada. O jogo é dividido em cinco eras - descobrimento, colonial, fortaleza, industrial e imperial - e, conforme se avança, novos recursos são disponibilizados. Os pontos de experiência, que você ganha quando um trem passa por seu posto de comércio, por exemplo, dão um toque de RPG na nova versão do game. Além disso, suas unidades ficam fortalecidas sempre que eliminam um inimigo. Seus aldeões também não precisam dirigir-se a uma construção para depositar sua coleta, agilizando a captação de recursos.
Mas o que chama mesmo a atenção são os gráficos. Totalmente aprimorado, o visual é espantoso, principalmente quando lembramos que trata-se de um jogo de estratégia. Explica-se: Age of Empires 3 foi desenvolvido usando o motor gráfico havoc 2, o mesmo que deu mais realismo físico a Half Life 2. Por causa dele, árvores balançam e deixam cair folhas quando são atingidas pelos lenhadores e os soldados reagem ao impacto das balas, por exemplo. Age of Empires 3 oferece suporte para até oito jogadores, em rede ou via web.
 | Para rodar
Windows XP Processador de 1.4GHz 256MB de RAM 2GB de espaço no HD Placa de vídeo 3D de 64MB compatível com Direct3D DirectX 9
Melhore seu desempenho
A aliança com os nativos e a administração de rotas de comércio podem ser decisivos para garantir a supremacia de um cenário. Você também pode alistá-los para seus exércitos.
Existem três recursos básicos: ouro, madeira e comida. Não é mais necessário se preocupar com pedras, por exemplo. Por isso, concentre sua busca nesses recursos.
Cada uma das civilizações tem pontos fortes e fracos. Os britânicos, por exemplo, possuem uma economia forte, enquanto os espanhóis recebem mais recursos e suporte de sua cidade natal. A escolha certa é fundamental para o sucesso.
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