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Pernambuco nunca olhou tão otimista para o futuro. Investidores públicos e privados focaram suas atenções neste pedaço de Brasil e descobriram que aqui é, de fato, uma terra fértil para bons negócios. Suape é o porto seguro de projetos estruturadores, que chegam, um a um, para mudar radicalmente a face econômica e social do estado. Três conquistas recentes - a refinaria de petróleo, o pólo de poliéster e o estaleiro - vão mobilizar recursos de R$ 8 bilhões até 2011. É o sinal. O ciclo do desenvolvimento está acionado. O Grande Recife tem nas mãos projetos para mudar o cenário turístico, cultural, tecnológico e urbanístico das cidades. Na Zona da Mata Norte, a secular monocultura da cana-de-açúcar vai dividir espaço com um avançado pólo farmacoquímico. O Agreste vai dar uma virada na sua economia com a consolidação do pólo da moda e a retomada da cultura da mamona para a fabricação do biodiesel. No Sertão do São Francisco, a ordem é aproveitar cada vez mais a vocação para a fruticultura e a produção de vinhos e sucos de uva. No Araripe, o futuro aponta para diversificação da matriz energética e a fabricação de produtos de maior valor agregado, voltados para o mercado internacional. Do mais graduado profissional ao estudante que só agora dá os primeiros passos rumo à qualificação, todos acreditam que os próximos anos serão muito promissores. Depois de dar a volta ao mundo em 180 anos, o Diario de Pernambuco encerra, hoje, a série de fascículos que retratou os principais fatos da história e agora apresenta a você, leitor, as perspectivas de futuro para o estado. Todas as projeções apontam para uma grande reviravolta. Basta ler atentamente para saber como aproveitar as oportunidades. Boa sorte!
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