Como você imagina um filme do Zorro? Com Antonio Banderas em cenas de ação salvando a pele de todo mundo, com uma luta em cima de um trem em movimento com manobras impensáveis e com uma pitada de humor e romance? Pois é exatamente isso que o público vai encontrar em A lenda do Zorro, que entra no circuito recifense hoje, simultaneamente com a estréia mundial.
Sete anos depois de vestir pela primeira vez a máscara do herói (em A máscara de Zorro), Banderas volta a contracenar com Catherine Zeta-Jones sob a direção de Martin Campbell. Agora, a história mostra os dois já casados e com um filho de 10 anos, vivido pelo simpático Adrian Alonso. Na história, o defensor dos fracos tem que conciliar sua vida de herói com a de homem comum, em que De La Vega, por causa de sua identidade secreta, precisa conquistar o filho e reconquistar a mulher. Tudo isso na Califórnia de 1850, quando o local vive os dias que antecederam a formalização como um dos estados da União, e vilões tentam não só impedir isso, como acabar com os Estados Unidos.
Realizado em um mês e meio de produção e cinco meses de filmagens, o longa passa por temas atuais, como a manipulação das eleições e agentes federais que tentam enganar a todos. Na aventura, Zorro tem boas cenas com seu companheiro, o cavalo Tornado, e conta com a ajuda do padre Felipe. Diversão de fim de semana. (Juliana Pessoa)
|