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Esportes Radicais - No topo do mundo
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Alpinista Guilherme Rocha, que já atingiu alguns dos picos mais altos do planeta, quer ir mais longe e alcançar os outros maiores |
Giulliana Biancone Da equipe do DIARIO |
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Everest, Aconcágua, Kilimanjaro, Elbrus, Mc Kingley, Vinsor e Carstenez. Sete picos. Os maiores do mundo. Por eles, já passaram muitos alpinistas. Neles, bandeiras já foram fixadas e inúmeras fotos registradas, servindo como provas de conquistas humanas. Uma expedição até o cume de uma dessas montanhas desafia o medo, o frio, o cansaço, os ventos, as avalanches, a capacidade física e psicológica. No caminho a estes picos, muitos também já sucumbiram. Não resistiram aos obstáculos previstos ou foram surpreendidos pela força da natureza. Alcançar algum desses cumes, portanto, significa, para qualquer alpinista, a realização de um sonho. Não para Guilherme Rocha. Ele não se encaixa na definição "qualquer alpinista".
"Cada pico, é, na verdade, parte do sonho", revela ele. O projeto de vida desse carioca de 32 anos é conquistar os sete cumes. Loucura? Pode até ser, mas Guilherme já está se preparando para escalar a quinta montanha. Os Sete Picos do Mundo. Este é o nome que deu à empreitada, a qual começou no Aconcágua, maior montanha das Américas, localizada na Cordilheira dos Andes, na Argentina.
Indiana Johnes talvez perca para Guilherme no quesito aventuras. Embora não tenha enfrentado mafiosos, jacarés de pântanos ou explosões hollywoodianas, tem um currículo nas savanas africanas, nos picos nevados, montanhas inóspitas, mares congelados, vulcões adormecidos, safaris escaldantes e rochas cristalinas que não deixa nada a desejar a qualquer herói. Além do Aconcágua, já foram superadas as montanhas do Kilimanjaro, Elbrus e Mc Kingley.
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