Mackenzie Allen (Geena Davis) vivia sua pacata rotina como vice-presidenta dos Estados Unidos quando, um dia, recebeu a notícia de que o titular da pasta estava seriamente doente, acamado. Começou aí uma grande reviravolta na vida da também extremada dona-de-casa norte-americana. De presidenta interina, ela passou a ocupar o cargo oficialmente. E, é claro, como a primeira mulher a liderar a Casa Branca, precisou enfrentar uma série de revezes, a maioria por conta de ser mulher e outra parte por não ter partido, ser uma independente.
 Geena Davis interpreta a presidenta dos Estados Unidos. Foto: Divulgação. | Da filha adolescente, que se revolta ao ver a mãe se sentar na cadeira da presidência, ao marido, que sente ciúmes do chefe de gabinete de sua mulher, tudo são pedras no caminho. Commander in Chief, uma das séries exibidas no canal Sony, vai ao ar a partir de 7 de novembro, aqui no Brasil. Nos Estados Unidos, tornou-se o seriado queridinho da América desde a estréia, em 27 de setembro. Ou seja: começou a ser exibido antes de o furacão Katrina abalar a popularidade do presidente George W. Bush. E antes de o mundo se dar conta de que o american way of life inclui também pobres e miseráveis.
O criador da série, Rod Lurie, rapidamente afasta qualquer possibilidade de que sua obra tenha críticas sobre a administração atual dos Estados Unidos: "A série é sobre a ascensão ao poder desta mulher e sua luta para ser levada a sério", diz ele. Mackenzie Allen terá um ferrenho opositor, o presidente do Congresso interpretado por Donald Sutherland, Nathan Templeton.
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