Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco Canal 9 Radio Caetés Rádio Clube
Edição de Sexta-Feira, 2 de Setembro de 2005 
Vida Urbana | Vendendor morto em Pontas de Pedra
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   Clube DIARIO
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Domingo
   Fun Zine
   Guia de Profissões
   Info Zone
   Interior
   Viagem
   Informática
   Carro
   Fim de Semana
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

VIDA URBANA
Vendendor morto em Pontas de Pedra
Segundo parente de Divaldo da Silva, 33 anos, ele não trabalhavam com dinheiro. A moto está desaparecida
O que começou como mais um caso de desaparecimento terminou como suspeita de crime de latrocínio. Familiares, amigos, colegas de trabalho e dois agentes da Polícia Civil localizaram, ontem, o corpo do vendedor Divaldo José Ferreira da Silva, 33 anos. Ele trabalhava para a Schincariol e estava sumido desde o final da tarde da última quarta-feira, quando deveria ter voltado do trabalho. O corpo da vítima estava encoberto de terra na margem da estrada da praia de Pontas de Pedra, onde teria sido visto pela última vez por um homem que passava anteontem pelo local de bicicleta. Divaldo deixou esposa e dois filhos, com sete anos e um ano de idade.

  O rapaz trabalhava de moto, registrando os pedidos da cervejaria na região do município de Goiana, Zona da Mata do Estado, distante 63 quilômetros do Recife. "Fomos até o local para tentar achar pistas sobre o paradeiro de meu irmão. Quando estávamos caminhando pela estrada, um homem se aproximou e disse que havia visto alguém com uma moto naquelas imediações. Começamosa procurar e um agente viu o monte de terra. Quando começou a retirar a areia, com as próprias mãos, viu que era o corpo de Divaldo", contou o irmão da vítima, Denílson Ferreira. A moto da Schincariol continuava desaparecida. Mesmo sem depoimentos ou pistas do que tenha acontecido, Denílson acredita que o irmão foi assassinado depois de ser assaltado. "Ele não recebia dinheiro dos clientes, só anotava os pedidos, mas acho que os ladrões não sabiam disso. Acho que o resultado do laudo do Instituto de Criminalística pode mostrar onde ele foi atingido pelas balas e ajudar a explicar o que aconteceu com ele", acredita o irmão da vítima.

  Ele vai encaminhar um requerimento à Secretaria de Defesa Social solicitando a nomeação de um delegado especial para investigar o suposto latrocínio. "Como cidadão pernambucano, vou utilizar todos os meios possíveis para que esse crime seja esclarecido o mais rápido possível", afirmou Denílson.

Clique aqui e leia os Comentários

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com