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Vendendor morto em Pontas de Pedra
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Segundo parente de Divaldo da Silva, 33 anos, ele não trabalhavam com dinheiro. A moto está desaparecida |
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O que começou como mais um caso de desaparecimento terminou como suspeita de crime de latrocínio. Familiares, amigos, colegas de trabalho e dois agentes da Polícia Civil localizaram, ontem, o corpo do vendedor Divaldo José Ferreira da Silva, 33 anos. Ele trabalhava para a Schincariol e estava sumido desde o final da tarde da última quarta-feira, quando deveria ter voltado do trabalho. O corpo da vítima estava encoberto de terra na margem da estrada da praia de Pontas de Pedra, onde teria sido visto pela última vez por um homem que passava anteontem pelo local de bicicleta. Divaldo deixou esposa e dois filhos, com sete anos e um ano de idade.
O rapaz trabalhava de moto, registrando os pedidos da cervejaria na região do município de Goiana, Zona da Mata do Estado, distante 63 quilômetros do Recife. "Fomos até o local para tentar achar pistas sobre o paradeiro de meu irmão. Quando estávamos caminhando pela estrada, um homem se aproximou e disse que havia visto alguém com uma moto naquelas imediações. Começamosa procurar e um agente viu o monte de terra. Quando começou a retirar a areia, com as próprias mãos, viu que era o corpo de Divaldo", contou o irmão da vítima, Denílson Ferreira. A moto da Schincariol continuava desaparecida. Mesmo sem depoimentos ou pistas do que tenha acontecido, Denílson acredita que o irmão foi assassinado depois de ser assaltado. "Ele não recebia dinheiro dos clientes, só anotava os pedidos, mas acho que os ladrões não sabiam disso. Acho que o resultado do laudo do Instituto de Criminalística pode mostrar onde ele foi atingido pelas balas e ajudar a explicar o que aconteceu com ele", acredita o irmão da vítima.
Ele vai encaminhar um requerimento à Secretaria de Defesa Social solicitando a nomeação de um delegado especial para investigar o suposto latrocínio. "Como cidadão pernambucano, vou utilizar todos os meios possíveis para que esse crime seja esclarecido o mais rápido possível", afirmou Denílson.
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