Para um colecionador de verdade, o valor financeiro de suas peças não é o grande motivo para passar a vida juntando objetos. Eles estão mais interessados em perpetuar a história. "Quero deixar garrafas, tampinhas, maços de cigarro, tudo o que puder reunir para que meus netos e bisnetos conheçam o design de hoje", atesta o empresário saudosista Paulo André Pires. A paixão pela arte também pode explicar porque algumas pessoas ocupam a casa inteira com suas coleções e passam o fim de semana catalogando e recuperando seus tesouros. Como já foi dito, ele pode ser uma arma branca e rara, comprada num leilão da Sotheby's pelo industrial Ricardo Brennand. Ou mesmo vassouras construídas por artesãos que, para a artista plástica Tereza Costa Rêgo, têm cotação altíssima.
 Produções de cinema são a paixão de Lula desde a adolescência. |
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