Em 1950, numa comunidade dos Estados Unidos, um pescador é encontrado morto. Tudo indica que ele foi assassinado. O acusado é um descendente de japoneses. As feridas ainda não cicatrizadas pela Segunda Guerra Mundial são o pano de fundo deste filme de tribunal, contado numa cronologia não-linear e que aborda, principalmente, a forte e nociva influência do preconceito nas interações das pessoas e nas percepções sobre aqueles que são diferentes. Numa cena, o promotor incita os jurados a condenarem o acusado, sob o argumento de que basta olhar para a face deste para saber que ele matou a vítima. Essa é e a face mais crua e comum do preconceito: avaliar negativamente alguém apenas pela sua aparência.
Direção: Scott Hicks, 1999
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