O ideal do romantismo é disseminadamente compartilhado pela sociedade ocidental. Muitas pessoas associam felicidade à experiência do amor-romântico. Essa associação se faz por um motivo muito simples: quem já se apaixonou sabe como são estimulantes, encantadoras e verdadeiramente levitantes as sensações que emergem. Neste filme, a temática em foco é abordada. Mas não sob um ângulo de melosa pieguice. E sim sob um prisma que, nos incessantes diálogos dos protagonistas, tenta enfocar tanto a torrente de sentimentos prazerosos quanto as preocupações acerca da transformação futura (diminuição) desses sentimentos. Sem nenhum clichê, é um filme apaixonante.
Direção: Richard Linklater, 1995
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