Nos folhetins, não basta ser mãe. Tem que ser mãe guerreira. Pode reparar: elas sofrem, passam por poucas e boas para criar os filhos e acabam virando heroínas por causa disso. E, para homenageá-las em seu dia, a Revista da TV escolheu quatro supermães com dramas pessoais para lá de emocionantes: Almerinda (Joana Solnado), de Como Uma Onda; Heloísa (Adriana Esteves), de A Lua Me Disse; Islene (Paula Burlamaqui), de América; e Emília (Sílvia Salgado), de Essas Mulheres, da Rede Record.
 Islene é mãe de Flor, a garota deficiente visual de América. Foto: Divulgação. | "Antes de mais nada, é preciso dizer que Islene não é uma mãe solteira. Ela perdeu o marido, que não agüentou conviver com o fato de ter uma filha cega", conta Glória Perez, autora de América. Islene vive as dificuldades de uma mulher que tem que sustentar uma casa sozinha e criar uma criança que necessita de cuidados especiais.
Na trama das 18h, Como uma Onda, Almerinda é mãe solteira, sim. Apesar de Daniel (Ricardo Pereira) ter assumido Maria Luísa, ele namora Nina (Alinne Moraes). E, para aumentar o drama da portuguesinha, ela descobriu que tem um aneurisma cerebral e está com os dias contados. Sabe que precisa aproveitar todos os momentos ao lado do bebê, porque no dia seguinte pode não estar ali.
Em A Lua Me Disse, Heloísa cria Arthur (Guilherme Vieira) sem pai, já que Ricardo (Frank Borges) morreu ainda adolescente, em acidente de carro. E ainda tem que aturar a maquiavélica avó do menino, Ester (Zezé Polessa), que a todo custo quer provar que a mocinha não tem a menor condição de criá-lo sozinha.
Na trama de Essas Mulheres, da Record, também há uma mãe que batalhou a vida toda para criar os filhos sem a ajuda do marido: Emília Camargo (Sílvia Salgado). Pedro (Celso Frateschi), o pai das crianças, morreu cedo e ela tratou de arregaçar as mangas para cuidar de Aurélia (Christine Fernandes) e Pedrinho (Leonardo Miggiorin).
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