Com a saída de Natália e a virada de casaca de Alan, a chamada tropa de choque do Big Brother Brasil 5 está com os dias contados. Ou será que Tatiana, Karla e Aline vão continuar combinando votos? Para o fotógrafo Célio Belmiro, irmão de Tatiana, é tarde demais para o trio recuar e pedir uma trégua aos "inimigos" Jean, Pink, Sammy e Grazielli. Ele acha que seria pior para as meninas mudar a estratégia no meio do jogo. "A guerra está declarada."
 Tatiana, Aline e Karla: grupo está em desvantagem no BBB5. Foto: Divulgação/Jaq Joner. | Após a votação de domingo passado, Pink xingou a carioca de cobra e víbora. A família de Tatiana não gostou das ofensas. Mas Célio diz que também reprovou a atitude da irmã, que na segunda-feira incitou à violência pedindo que o povo atirasse pedras em Jean e Pink quando eles passassem pela Linha Vermelha. "Foi uma declaração infeliz. Se foi brincadeira, foi de muito mau gosto. Na hora da raiva a pessoa fala o que não deve", diz o fotógrafo.
A cabeleireira Tereza Barbosa acha que a filha, Karla, deve jogar sozinha. A mãe está preocupada com a imagem que o programaestá passando da dançarina. "Karla escolheu o grupo errado porque foi envolvida pelo Rogério e pelo Paulo André. Minha filha não é do mal."
Ao votar em Sammy e livrar Pink do último paredão, Alan surpreendeu a todos, porque tinha prometido a Tatiana, Karla e Natália que indicaria a pernambucana. Para Tereza Barbosa, o mineiro foi covarde ao não cumprir a palavra. "Se minha filha for líder, quero que ela indique o Alan."
Ex-líder da tropa e recordista de rejeição nas cinco edições do BBB, com 92% dos votos, Rogério Padovan diz que a melhor estratégia para Tatiana, Karla e Aline é tentar se aproximar do outro grupo. Mas, se decidir enfrentar Jean, Pink e cia., o médico acha que o trio terá méritos. "Acho que Alan não anularia seu voto à toa. Não julgo ninguém".
Eliminada com 88% dos votos, Natália diz que só se bandeou para a tropa de choque porque se sentiu rejeitada por Jean e Pink. Ela não acha errado combinar votos, mas admite que se pudesse voltar atrás teria mudado seu jogo. "Acho que eu teria menosmedo. Na casa, tinha medo de falar com as pessoas e ser mal interpretada. Mas continuaria do lado da tropa, porque eles me acolheram".
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