Um novo fenômeno está chamando atenção no mundo dos jogos: o World of Warcraft, desenvolvido pela Blizzard Entertainment. O título é considerado pelos jogadores, segundo o ranking do site especializado em games, Gamespot, o melhor jogo para PC da atualidade. Ganha, por exemplo, para o Chronicles of Riddick e o Half-life 2. Em menos de dois meses de lançamento, os fabricantes já conseguiram vender mais de 600 mil caixas nos Estados Unidos, Austrália e Nova Zelândia. Só no primeiro dia, foram vendidas 240 mil unidades. Um recorde.
Mas o número poderia ser maior, porque a empresa tem evitado colocar novas caixas nas prateleiras. O motivo: o título é um MMORPG (Massively Multiplayer On-line Role-playing Game), ou seja, um RPG on-line para milhares de jogadores. Para ter acesso ao World of Warcraft, WOW para os íntimos, é preciso comprar a caixa do produto, cadastrar-se no site e jogar. O problema é que novos servidores estão sendo instalados - e testados - para expandir a capacidade de público. E não adiantavender muitas caixas, se os servidores não suportarem o número de jogadores on-line ao mesmo tempo.
Além de novos servidores, a Blizzard tem atualizado o conteúdo e introduzido novas ferramentas. Uma das promessas da empresa é permitir a disputa entre dois jogadores num campo de batalha. A idéia é colocar os jogadores em duelo entre si. Um lembrete: é preciso pagar uma mensalidade para usar os servidores. Nos Estados Unidos, ela custa US$ 12,99 (cerca de R$ 35,00), a mais barata.
No World of Warcraft, é possível selecionar uma das oito raças existentes (humanos, elfos, anões, gnomos, orcs, mortos-vivos, trolls e tauren), definir a classe de personagem (guerreiro, paladino, caçador, mago e druida, entre outras) e explorar os mundos incluídos no jogo.
Serviço
www.worldofwarcraft.com
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