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Atualizado em 15|12|2004 
Informática | Parceria beneficia Instituto de Cegos
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Informática
Parceria beneficia Instituto de Cegos
HP e Bompreço lançam campanha neste final de ano e parte da renda arrecadada será revertida para instituições
Até o final deste mês, os clientes que forem a alguma loja Bompreço, em todo o Nordeste, e adquirirem algum dos aparelhos multifuncionais HP PSC1315 e HP OJ4255, ou a impressora HP PS7260, vão estar doando automaticamente R$ 10,00 para instituições de caridade, além de ganhar descontos. Em Pernambuco, a instituição beneficiada pela parceria entre o Bompreço e a Hewlet Packard (HP) será o Instituto de Cegos.

  De acordo com o diretor da divisão de não alimentos da HP, Eduardo Godoy, os descontos para os clientes são de até R$ 200,00. "Essa não é a nossa primeira parceria com a HP. Antes, fizemos uma em que os clientes ganhavam até R$ 250,00 por um equipamento usado, na compra de um produto HP. Naquela ocasião, a entidade beneficiada foi o Comitê para a Democratização da Informática (CDI)", lembra.

  Em cada estado onde o Bompreço atua, uma entidade diferente foi escolhida, depois de pesquisa junto às comunidades. "Esperamos uma arrecadação de cerca de R$ 40 mil, que será repartida proporcionalmente, de acordocom o que cada estado arrecadar. Ganham o Bompreço e a HP, que vendem seus produtos; os clientes, com descontos; e os institutos, que vão receber doações no final do ano, como o Instituto de Cegos", conclui Godoy.

Chapéu - E a tecnologia já está ajudando os cegos. Um relatório da National Academy of Sciences revelou que quatro pessoas conseguiram controlar um computador através dos seus pensamentos. A idéia é que, no futuro, o sistema possa ser adaptado para ajudar pessoas deficientes a controlar uma cadeira de rodas motorizada ou um membro artificial, por exemplo.

  Os resultados demonstram que as pessoas podem usar ritmos eletroencefalográficos registrados por sensores próximos ao couro cabeludo para controlar movimentos rápidos e precisos de um sensor, em duas dimensões. Durante as experiências, os quatro voluntários encaravam uma tela de vídeo, usando um chapéu que continha 64 eletrodos em contato com o couro cabeludo, para registrar as atividades cerebrais. Depois de algum tempo de prática, todos os quatro participantes aprenderam a mover o cursor na tela em duas direções.

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