A Satélite Distribuidora de Petróleo S.A (SAT) espera fechar o ano com um faturamento de R$ 50 milhões em Pernambuco, registrando um crescimento de 78% em relação aos R$ 28 milhões conseguidos em 2003. De acordo com o vice-presidente da SAT, Jucelino Souza, o volume de combustíveis comercializado pela companhia potiguar no Estado deve apresentar um aumento de cerca de 25% frente ao ano passado. Pernambuco responde por aproximadamente 10% dos negócios da distribuidora, que atua em todo o Nordeste e nos estados do Pará, Tocantins, Goiás e Minas Gerais.
Segundo Jucelino Souza, o planejamento para o Estado prevê investimentos de R$ 3,5 milhões até 2006 na ampliação da rede de postos. Hoje, a empresa conta com 35 unidades em operação em Pernambuco. Quer chegar a 75 até o final de 2006. Ao contrário de outras empresas do setor, o foco da companhia é o Interior. A estratégia da SAT é convencer os donos de postos bandeira branca (sem marca) a entrar para a rede. Os insatisfeitos com a distribuidora para a qual revendem também são sondados. "Pernambuco é muito estratégico. É o segundo estado do Nordeste em vendas", afirma Souza.
O Estado também é o quinto em número de postos com a bandeira da companhia. A meta de crescimento para Pernambuco integra o plano de expansão nacional da companhia, que vai investir US$ 25 milhões até 2006 para ampliar o número de postos de 470 para 800. A Bahia é o maior mercado da empresa, que comercializa por mês aproximadamente 70 milhões de litros de combustíveis. Este ano, a SAT abriu três filiais em Minas Gerais (Uberlândia, Uberaba e Betim) e uma em Goiás (Goiânia). Até o final de outubro, pretende inaugurar a primeira no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias.
A empresa fechou 2003 com vendas de R$ 830 milhões e prevê um faturamento de R$ 1,2 bilhão este ano. "Devemos fechar o ano com um crescimento no volume vendido de aproximadamente 40%", conta Jucelino Souza. A SAT não opera hoje com bases próprias, apenas de terceiros. Mas o vice-presidente da companhia não destaca que, no futuro,a empresa passe a contar com alguns pontos de tancagem própria. Hoje, a SAT detém 1% de participação no mercado nacional. A meta da direção é chegar aos 2% até o final de 2006.
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