 Marília está na terceira série e a única diferença entre ela as amigas de sala são os livros em braille. | Quando eles vêm ao Mundo, diferentes do que os pais imaginavam, a primeira reação é aquele grande susto acompanhado de questionamentos. "E agora, o que fazer?", "Qual o melhor especialista na área?". Muitas famílias se adaptam rápido ao novo integrante da turma e logo compreendem que ter um filho com algum tipo de deficiência é um caminho de mão dupla para o crescimento. "Todos saem ganhando com a descoberta e aceitação das diferenças", argumenta a assistente social Vera Brandão, mãe de Gabriel, autista, 11 anos. Na história dela e de várias outras mães que contam suas experiências no Caderno de Domingo, há um ponto em comum: saber agir para que seus filhotes, se não tiverem chance de cura, que, ao menos, vivam com o máximo de qualidade.
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