O índice de intenção de voto de Tony Gel pode estar diretamente ligado à reprovação da administração dele como prefeito. O EM DATA aponta uma taxa de "desaprovação" ao Governo de 48%. Um total de 39% do eleitorado de Caruaru "aprova" a gestão do pefelista - contraponto que é mais um indicativo do grau elevado da disputa na cidade. Os que ficam no meio termo, que "nem aprovam e nem desaprovam", representam 11% dos entrevistados. Num detalhamento dos números da avaliação de Governo, percebe-se que a maioria (40%) o classifica como "ruim ou péssima" e 30% do eleitorado avaliam como "regular". A soma do "bom e ótimo" representa 28%. A consulta popular aconteceu entre os dias 14 e 16 de agosto e ouviu 600 pessoas com idade superior a 16 anos, aptas a votar.
Segurança e desemprego, como acontece na maioria das cidades do Brasil, são os maiores problemas da Capital do Agreste, dizem os entrevistados. Quando questionados sobre o problema que mais os aflige na cidade, 21% do eleitorado respondeu "segurança pública";20% desemprego e 13% saneamento básico. "desenvolvimento urbano e pavimentação de ruas" mereceu a citação de 7% do total - cada item. A saúde 6%; e a "má administração" foi outro ponto apontado, nesse caso por 4%. A educação acabou sendo escolhida por 2% dos entrevistados.
O EM DATA/DIARIO também avaliou a instituição "Câmara Municipal", considerando que esses resultados são importantes às vésperas de uma eleição para renovação de vereadores da Casa. O índice de "desaprovação" à atuação dos parlamentares ficou em 35%, sendo mais alto que o da "aprovação" - 25%. Os eleitores que disseram "não aprovar nem desaprovar" o poder legislativo correspondem a 10% do total. A avaliação ficou subdividida da seguinte forma: "ótimo" 3%; "bom" 12%; "regular" 27%; "ruim" 12%; e "péssimo" 16%. O equivalente a 26% disseram não saber a resposta e 4% não responderam. Uma constatação interessante para a eleição proporcional: 67% das pessoas dizem que escolhem o candidato, sem se importarem com o partido pelo qual ele concorre.Apenas 10% observam primeiro o partido e 9% votam na legenda.
Os dados em separado da avaliação serviram para o cálculo da aprovação e desaprovação do Governo. O instituto somou o "ruim, o péssimo" e o "regular-negativo" para totalizar a "desaprovação". E agrupou o "ótimo e bom" e o "regular-positivo" para medir a "aprovação". O "regular-regular" transformou-se no item "não aprova nem desaprova".
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