Vitórias
Pela terceira e última vez a seleção brasileira masculina de basquete ganhou uma medalha olímpica. Em Tóquio no ano de 1964, como nas vezes anteriores, ficou com o bronze. Vitória sem medalha conquistou a fluminense, de São Gonçalo, Aída dos Santos, quarta colocada no salto em altura. Única mulher da delegação, foi ignorada pelos dirigentes. Treinou com o uniforme do Botafogo e competiu com o do Sul-americano.
Mística Celeste
Amesterdã, em 1928, também consagrou a seleção uruguaia de futebol. Campeã em Paris ao derrotar a Suíça por 3 x 0, a equipe conquistou o bi, vencendo a Argentina por 2 a 1 em jogo-extra. A primeira partida terminou empatada por 1 x 1, no tempo normal, e sem gols, na prorrogação. Assim, nasceu a mística da "Celeste Olímpica", que, dois anos depois, conquistaria a primeira Copa do Mundo.
Pódio
João Carlos Oliveira, no salto triplo, e a dupla Reinaldo Conrad/Peter Ficker, na classe flying dutchman ganharam bronze para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Montreal em 1976. A nataçãofoi dominada pelos alemãs orientais, com 11 dos 13 de ouro. Quatro foram de Kornelia Ender, de 17 anos. Nos 100m livre, ela fez 55s65, quase dois segundos melhor do que o americano Clarke Scholes, campeão olímpico de 1952.
Bronze duplo
Pela segunda edição consecutiva (Roma/1960), apenas uma mulher brasileira competiu nos Jogos Olímpicos. Mas Wanda dos Santos não passou da fase classificatória dos 80m com barreiras. O Brasil ganhou duas medalhas de bronze em Roma, com Manuel dos Santos, nos 100m livre de natação e com a equipe masculina de basquete, que também subira ao mesmo lugar do pódio, em 1948.
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