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Casal repete sucesso da primeira vez
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Cabocla |
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O esconderijo de Belinha (Regiane Alves) será descoberto amanhã por um Boanerges (Tony Ramos) furioso. Com isso, o romance entre a filha do coronel do bem e Neco (Danton Mello), o filho do coronel do mal (o Justino de Mauro Mendonça), vai parar no tempo mais uma vez em Cabocla. Boanerges proibirá Belinha até de sair do quarto. As dificuldades impostas pelas famílias rivais na ficção empolgam ainda mais os intérpretes do jovem casal. Danton Mello diz que já existe uma torcida do público para um final feliz entre ele e Regiane Alves.
"Isso é bacana, sinal que deu liga, houve química", comemora o ator. "Não conhecia a Regiane pessoalmente, mas acho que houve um entrosamento muito bom entre nós. Tem dado certo". Entretanto, Danton não se arrisca em apostar se o relacionamento entre Neco e Belinha derreterá mais o telespectador do que o vivido pelos protagonistas Zuca (Vanessa Giácomo) e Luís Jerônimo (Daniel de Oliveira), como aconteceu na versão de 1979. Naquela época, Neco foi vivido por Kadu Moliterno e Belinha, por Simone Carvalho.
"Sei que eles fizeram mais sucesso do que a Zuca e o Luís, mas o Neco também é um personagem que fala sobre política. Talvez na época, por causa da censura, isso tenha atraído mais a atenção das pessoas", diz, modesto, o ator. "Sei lá, é difícil dizer isso, né? Mas espero que os dois agradem ao público, que sai ganhando com uma obra de qualidade".
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