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SLK para assanhar os cabelos
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Roadster, miniatura do SLR McLaren, chega na versão quatro cilindros com 163 cv de potência |
Jorge Moraes enviado especial |
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SUMARÉ, SP - Campo de provas da Pirelli, cenário de testes, nele, a Mercedes colocou na pista o novo SLK totalmente reformado. Um clássico da montadora alemã que vendeu 300 mil unidades desde 1996. No Brasil são, em média, 150 carros por ano. E o preço? US$ 78.900, ou melhor, R$ 240 mil.
Faróis bi-xenônio, design sedutor e capota que precisa de 22 segundos para deixar o motorista pronto para assanhar os cabelos. Dentro do capô, o motor quatro cilindros de 163 cavalos de potência auxiliado por um compressor que faz a diferença na reta. A versão V6 com 272 cv será apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo e somente será vendido no segundo trimestre de 2005.
Ao volante, não esqueça o espírito esportivo, acabe com idéias egoístas. Todo mundo paquera o SLK, sonho de consumo dos apaixonados por conversíveis. A nova versão é um clone menor do SLR McLaren, apresentado no ano passado em Frankfurt. O SLK tem espaço de luxo para duas pessoas. O interior é revestido em couro e o painel com volante multifuncionalé um capítulo a parte. No centro, botões em alumínio. O quadro de instrumentos é dividido por um display entre os dois relógios de conta-giros (tacômetro) e velocímetro.
De capota baixa o negócio é acelerar, assanhar os cabelos e aproveitar o próximo verão. Na frente, os vincos do capô correm até a grade dianteira valorizando o símbolo da Mercedes. Nos faróis mais afilados, lâmpadas de xenônio (aquelas de iluminação branca e forte). Na traseira, as lanternas completam o raio do design lateral.
A maior novidade da estrutura da carroceria foi o aumento de 7 centímetros ao longo e 6,5 na largura. O entreeixo cresceu 3 cm e garantiu um coeficiente aerodinâmico de 0,32 Cx. Espaço que garante uma reserva maior no porta-malas que saiu de 145 litros com a capota rígida para 208 litros.
O SLK é sinônimo de beleza e poder. Para auxiliar o pacote de segurança do habitáculo vem de série ABS, EBD e ESP (controles de freio e estabilidade). Detalhe que não pode ser esquecido: as bolsas de ar frontais e laterais são infladas de acordo com a força do impacto. A estrutura do santoantônio (arco que fica atrás dos apoios de cabeças) foi reforçada.
Os 163 cavalos gerados pelo motor 1.8 com torque máximo, de 240 Nm a 3 mil rpm, são suficientes para garantir uma boa pegada na pista. O carro é forte, faz 0 a 100 Km/h em 8,5 segundos. A máxima é de 226 Km/h. A suspensão independente de múltiplas conexões melhorou e ficou mais firme nas curvas. Os pneus são 205/55 aro 16 polegadas. O câmbio é automático seqüencial de cinco marchas.
O modelo 55 AMG com propulsor oito cilindros terá 360 cavalos de potência fazendo 0 a 100 Km/h em 4,9 segundos. A transmissão é do tipo 7G Tronic. Sabe o que significa? Traduzindo em bom português: sete marchas e fôlego para acelerar forte.
O repórter viajou a convite da DaimlerChrysler do Brasil
SUMARÉ, SP - Campo de provas da Pirelli, cenário de testes, nele, a Mercedes colocou na pista o novo SLK totalmente reformado. Um clássico da montadora alemã que vendeu 300 mil unidades desde 1996. No Brasil são, em média, 150 carros por ano. E o preço? US$ 78.900, ou melhor, R$ 240 mil. Faróis bi-xenônio, design sedutor e capota que precisa de 22 segundos para deixar o motorista pronto para assanhar os cabelos. Dentro do capô, o motor quatro cilindros de 163 cavalos de potência auxiliado por um compressor que faz a diferença na reta. A versão V6 com 272 cv será apresentada no Salão do Automóvel de São Paulo e somente será vendido no segundo trimestre de 2005. Ao volante, não esqueça o espírito esportivo, acabe com idéias egoístas. Todo mundo paquera o SLK, sonho de consumo dos apaixonados por conversíveis. A nova versão é um clone menor do SLR McLaren, apresentado no ano passado em Frankfurt. O SLK tem espaço de luxo para duas pessoas. O interior é revestido em couro e o painel com volante multifuncionalé um capítulo a parte. No centro, botões em alumínio. O quadro de instrumentos é dividido por um display entre os dois relógios de conta-giros (tacômetro) e velocímetro. De capota baixa o negócio é acelerar, assanhar os cabelos e aproveitar o próximo verão. Na frente, os vincos do capô correm até a grade dianteira valorizando o símbolo da Mercedes. Nos faróis mais afilados, lâmpadas de xenônio (aquelas de iluminação branca e forte). Na traseira, as lanternas completam o raio do design lateral. A maior novidade da estrutura da carroceria foi o aumento de 7 centímetros ao longo e 6,5 na largura. O entreeixo cresceu 3 cm e garantiu um coeficiente aerodinâmico de 0,32 Cx. Espaço que garante uma reserva maior no porta-malas que saiu de 145 litros com a capota rígida para 208 litros. O SLK é sinônimo de beleza e poder. Para auxiliar o pacote de segurança do habitáculo vem de série ABS, EBD e ESP (controles de freio e estabilidade). Detalhe que não pode ser esquecido: as bolsas de ar frontais e laterais são infladas de acordo com a força do impacto. A estrutura do santoantônio (arco que fica atrás dos apoios de cabeças) foi reforçada. Os 163 cavalos gerados pelo motor 1.8 com torque máximo, de 240 Nm a 3 mil rpm, são suficientes para garantir uma boa pegada na pista. O carro é forte, faz 0 a 100 Km/h em 8,5 segundos. A máxima é de 226 Km/h. A suspensão independente de múltiplas conexões melhorou e ficou mais firme nas curvas. Os pneus são 205/55 aro 16 polegadas. O câmbio é automático seqüencial de cinco marchas. O modelo 55 AMG com propulsor oito cilindros terá 360 cavalos de potência fazendo 0 a 100 Km/h em 4,9 segundos. A transmissão é do tipo 7G Tronic. Sabe o que significa? Traduzindo em bom português: sete marchas e fôlego para acelerar forte. n O repórter viajou a convite da DaimlerChrysler do Brasil
SLK 200 Kompressor
Motor: 1.8 Potência: 163 cv Torque (Nm): 240 a mil rpm Trasmissão: automátioa seqüencial de cinco marchas Aceleração 0 a 100 km/h: 8,65 s Velocidade máxima: 226 km/h
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