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Living é espaço para receber os amigos
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Jaqueline Andrade Da equipe do DIARIO |
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Um cantinho da casa para receber os amigos mais íntimos. As pessoas que estão presentes em todos seus momentos. Assim, pode ser definido o living. O espaço deve ter as características do proprietário, seguindo seu estilo. Mas também não se pode pensar apenas em si na hora de montá-lo. Afinal, será o espaço para conversas, gargalhadas, reuniões. Isso significa que outras pessoas também compartilharão o mesmo ambiente. De forma contrária, o living não teria motivos para existir. Perderia sua função.
"A proposta é receber bem, de maneira mais íntima. O living, como todos os espaços de uma casa, deve seguir as características dos donos. No entanto, não se pode esquecer do perfil dos amigos, que serão convidados. Na prática, o living tem de mesclar as duas coisas", explica a arquiteta Juliana Aragão. Segundo ela, engana-se quem pensa que é preciso dispor de um espaço grande para montar o cantinho dos amigos. A arquiteta acrescenta que dentro até mesmo de uma sala de estar, é possível ter uma sub-divisão para semontar esse cantinho. Basta querer.
"O lugar pode ser dividido até mesmo pelos móveis. O importante é ter preocupação de se manter a proposta inicial de um cantinho agradável, aconchegante", diz a arquiteta. Uma dica é observar o número de amigos para comprar sofás, pufes ou almofadas, de tal forma que acomode a todos. Afinal, a proposta é de aconchego, de união. Não é correto deixar ninguém em pé, se sentido por fora.
Independentemente do tamanho da sala, é fundamental privilegiar o corredor de circulação para permitir o conforto no espaço e o acesso fácil aos outros ambientes da casa. O excesso de mobiliário e adornos também compromete a funcionalidade e a circulação no living. Na distribuição das peças, é necessário observar o alinhamento para que as pessoas sentadas tenham a visão do todo. É possível tornar o ambiente mais acolhedor com complementos como tapetes e almofadas.
As cores claras iluminam e ampliam o espaço. As escuras e vibrantes o diminuem. As cores vivas devem ficar restritas as paredes menores, pontos ou detalhes estratégicos da decoração. Mesa lateral, também pode ser bastante útil no espaço. "Ela poderá servir de apoio na hora de servir algum petisco ou mesmo bebida", justifica Juliana Aragão.
Para espaços reduzidos, o projeto pode prever a utilização de peças multiuso. Mesas de centro que escondem pufes, caixas e baús com a função de mesa lateral, estantes abertas para os dois lados, etc. Espelhos em grandes dimensões encostados na parede podem duplicar o tamanho da sala. Proporcionando a sensação de que o ambiente é bem maior que o tamanho real. "São pequenos truques que fazem toda a diferença na ambientação", destaca a arquiteta.
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