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Palhetas
Muitos dos acidentes de trânsito são provocados quando há má visibilidade do percurso. Um limpador de pára-brisa que não funciona corretamente, por exemplo, põe em risco a segurança do motorista e passageiro. É um equipamento necessário nos dias chuvosos, mas que precisa de manutenção permanente das partes (braço e palheta).
Os principais inimigos da palheta do limpador de pára-brisa (a haste que encosta no vidro) são os raios UV (ultravioleta), ozônio, poluição e produtos de limpeza que comprometem a vida útil da borracha. A poeira depositada entre o vidro e a palheta pode riscar o pára-brisa e também prejudicar a durabilidade da borracha. Antes de usar o limpador de pára-brisa, acione lavador, para ajudar a eliminar a poeira. No reservatório do líquido limpador, não é recomendado detergente comum, porque danifica a pintura do veículo e pode entupir os bicos dos lavadores. Há produtos específicos que desengorduram e limpam o pára-brisa sem afetar a pintura, borrachas e partes metálicas.
Atenção também para o manuseio do limpador. É uma peça delicada e levantá-la pela palheta pode danificar sua estrutura - uma cena bastante comum em postos de gasolina.
De acordo com a equipe técnica do fabricante de palhetas ACDelco, a troca das palhetas de limpadores de pára-brisas deve acontecer uma vez por ano. A substituição pode ser feita pelo proprietário do carro. Basta ele seguir as instruções da embalagem. O custo de um par de palhetas varia, dependendo do carro, entre R$ 20 e R$ 40, para veículos nacionais. Quando o limpador começa a deixar listras de água, trepidar ou ranger, chegou o momento da troca. Enquanto não substituir, a limpeza da palheta de limpador de pára-brisa não pode ser feita com querosene ou outros produtos químicos que danifiquem a borracha natural.
A vida média de uma palheta depende de vários fatores, como a freqüência de uso, umidade e temperatura ambientes e presença de poeira no ar. Em média, uma palheta de limpador varre o pára-brisas um milhão de vezes por ano, percorrendo cerca de 1.300 km.
Segundo estudos de mercado, os motoristas japoneses são os que mais se preocupam com o estado do limpador de pára-brisa, trocando as palhetas, em média, uma vez por ano. Os europeus demoram, em média, 2,6 anos e os americanos, 3,8. Já os canadenses, apesar de enfrentarem um clima muito mais rigoroso, só se preocupam com as palhetas a cada quatro ou cinco anos. Não há números seguros sobre os motoristas brasileiros.
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