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Fielder no estilo mecânico
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Perua de motor 1.8 com 136 cv e câmbio manual é oferecida por R$ 61,5 mil. A automática custa R$ 65 mil |
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Se a idéia é não partir para o segmento dos monovolumes, a perua Fielder surge como uma das poucas alternativas entre as station wagons de luxo. Na versão mecânica, até parece estranho dirigir um Corolla com essa transmissão. O veículo é mais disposto e a troca de marcha na mão exige mais do condutor que não descansa o pé esquerdo.
Além de bonito, o carro é um clone do Corolla sedã, já testado e aprovado pela maioria dos consumidores que optou pelo veículo do fabricante japonês. A perua Fielder não é nada modesta. Vendida em versão única de motorização e acabamento, a station, ao contrário do sedã, já vem de série com sistema ABS e EBD, principal ausência do consumidor do Corolla XEi.
A Toyota se preocupou em lançar um novo produto, atualizado, modelo 2005, antecipando as discretas modificações de grafismo do painel e textura dos assentos para os novos modelos do próximo ano.
O tradicional carro-família do brasileiro está de volta? A Fielder mecânica começou a ser vendida por R$ 59 mil e a automática 63mil, sinal de que já enfrentou o primeiro aumento.
O carro mantém o mesmo nível de acabamento do sedã, oferecendo conforto. O painel tem duas bolsas de ar e comandos simples. Tão simples que não sustenta o padrão de beleza externo. A Toyota poderia caprichar no painel, colocar um ar-condicionado digital, por exemplo.
A mudança na forração dos bancos deu mais vida ao interior do veículo. O banco traseiro bipartido pode ser rebatido para ampliar o espaço do porta-bagagem que tem capacidade para 411 litros.
PARECE - Mas não é. A Fielder, em relação ao sedã, é sete centímetros mais curta, e isso não significa menos espaço interno. Foi mantida a distância entreeixos, 2,60 m. A diferença está na traseira do sedã, que é comprida, enquanto que na perua, as lanternas em forma de triângulo (o charme da traseira) acompanham a curva do teto e são devidamente assessoradas por um defletor de teto, chamado de aerofólio, com terceira luz de freio.
O Corolla Fielder é um modelo XEi com ABS e EBD, em outras palavras:sistema anti-travamento das rodas e controle de frenagem. O motor de 136 cv a 6 mil rpm tem comando de válvulas variável, é forte e não desaponta nas retomadas de velocidade. Na teoria são 16,5 Kgfm de torque a 4.200 rpm. Na prática é resumo de força.
Nas ruas com mais segurança. A Toyota corrigiu a falta de criatividade das versões 2003 do Corolla. Perto dos 20 Km/h há o travamento automático das portas. Sinônimo de segurança. A visibilidade do motorista não ficou prejudicada com a diminuição do pára-brisa traseiro. Aliás, dentro do carro, o condutor (a), chefe de família, pode sentir o gostinho de quero ter uma na garagem. Há conforto para quatro ocupantes e os passageiros do banco de trás contam com descansa braço e porta-copos.
Na estrada, principalmente nas curvas, a suspensão mostra o bom acerto da engenharia Toyota. Os pneus são aro 15, 195/60, a rodagem ficou acanhada na grande caixa de rodas. O freio é seguro e eficiente. Na rodovia, a média de consumo ficou na casa dos 15 Km/l.
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