|
|
|
Irmã de pecuarista sofre ameaças
|
CRIME |
|
 |
Belém - A trabalhadora rural Ivanilde Prestes Alves, de 35 anos, irmã do pecuarista Adilson Prestes, de 26, assassinado com seis tiros no sábado pela manhã por dois pistoleiros na porta de sua casa, em Novo Progresso, a 1.691 km de Belém, disse, ontem, que também está "marcada para morrer". Segundo denúncia da trabalhadora rural, além dela, os seus três filhos menores, seu companheiro, Aparecido Souza, e um irmão dela, estariam ameaçados de morte.
"Estamos apavorados, trancados dentro de casa, depois que mataram meu irmão, porque os madeireiros, prometeram que vão fazer a mesma coisa com a gente", denunciou Ivanilde. Prestes denunciou a grilagem de terras e roubo de madeira de reservas indígenas no Pará, além do envolvimento de militares com o crime organizado que impera na região.
Ivanilde pediu a interferência de entidades de direitos humanos e de procuradores do Ministério Público Federal e Estadual, além do governador Simão Jatene(PSDB) para não ser a próxima vítima dos crimes de encomenda.
|
 |
|
|