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Merecida continuação do sucesso Max Payne
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História ficou famosa por ser envolvente, misturada com muita ação, intrigas e dramas psicológicos |
Marcelo Oliveira ESPECIAL PARA O DIARIO |
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Um dos melhores jogos dos últimos tempos ganha uma merecida seqüência: Max Payne 2: The Fall of Max Payne continua, com sucesso, uma história envolvente, misturada com muita ação, intrigas e dramas psicológicos. A apresentação do jogo continua fenomenal e bastante artística, com um estilo noir. Todas essas cenas de introdução dos capítulos são pintadas e as vozes são colocadas por cima e vão abrindo à medida que o diálogo ocorre, num estilo de novela de detetive. Isso é igual ao original, só que mais detalhado, com gráficos surpreendentes.
Max Payne 2 é uma continuação quase direta dos eventos do primeiro, e agora o personagem central está trabalhando como detetive. Durante algumas investigações de assassinato, envolve-se com uma possível suspeita, Mona Sax, com quem terá um caso amoroso e explosivo. Mona estava no game original e para quem não se lembra dela, há uma introdução com um resumo dos acontecimentos passados. No desenrolar da situação, Max percebe que algo maior está ocorrendo e isso envolve o seu próprio passado obscuro.
A ação do jogo não mudou muito em relação ao original. O efeito bullet time (tempo de bala), que parece congelar o tempo momentaneamente, como no filme Matrix, ainda está lá. Com esse efeito, Max vê seus inimigos em câmera lenta, mas mantém suas habilidades em tempo real, podendo disparar as armas normalmente. Aliás, quando ele está em câmera lenta e começa a acertar os inimigos, o tempo fica ainda mais lento, como se ele ganhasse um bônus. O indicador do bullet time fica amarelo e Max consegue acertar ainda mais, até acabar a munição.
O arsenal está basicamente igual, com todas as metralhadoras, fuzis, espingardas e as populares pistolas. Como novidade, tem a MP5 que permite uma aproximação da mira. As granadas e os coquetéis molotov também marcam presença, com uma vantagem: agora ele não precisa carregá-las antes de jogá-las e servem como segundo tiro, sem a necessidade de você guardar a arma que estiver em mãos.
Uma das novidades é a ajuda por parte de alguns personagens secundários durante a ação, não que isso vá facilitar tanto assim. Em outros momentos, você precisará proteger alguém e isso trará uma barra extra de energia para o seu protegido que deverá permanecer vivo ao final, evidentemente. Mas o melhor mesmo é você poder controlar Mona em algumas fases do jogo. Ela ataca com um rifle de precisão (sniper) e, em algumas fases, ela fará parceria com Max e a história seguirá paralelamente, numa seqüência de ação fantástica.
Os cenários compreendem prédios abandonados, hospitais, ruas da cidade, o departamento de polícia, entre outros. Porém, o mais interessante é o esconderijo de Mona, um parque de diversões temático de uma série de Terror que é possível acompanhar nas diversas televisões espalhadas dentro do jogo. Aliás, são várias histórias paralelas.
Com enredo adulto e bem roteirizado, gráficos e sons excepcionais, ação sem parar e novas habilidades para o personagem, Max Payne 2 é uma excelente seqüência e não deixa nada a dever em relação ao original.
iuri@pernambuco.com
Para rodar
Windows 98/ME/2000/XP Pentium III/Athlon de 1 Ghz Placa de vídeo de 32MB com suporte a T&L (transform & lighting) 256MB de memória RAM 1.5 GB de espaço livre em disco, DirectX 9.0, Teclado e mouse
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