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O Gato é diversão para a garotada que curte game
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Jogo infantil lembra alguns títulos famosos como Donkey Kong e Sonic, com cenários exuberantes |
Marisa Selva ESPECIAL PARA O DIARIO |
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Em um dia chuvoso, a mãe de Conrad e Sally sai de casa para trabalhar deixando-os com uma babá dorminhoca que logo cai no sono. Sem poder sair para brincar lá fora, as duas crianças são surpreendidas com a aparição repentina do Gato e sua imensa caixa mágica do Dr. Seuss. As crianças ficam muito felizes com a visita do divertido amigo mas, como em toda boa estória, essa também tem seu vilão - Sr. Quinn, o maldoso vizinho da casa ao lado. Ele engana Conrad e o faz abrir a caixa, livrando toda a magia, que transforma a casa em uma terra da fantasia com criaturas bizarras, objetos mágicos e passagens para mundos escondidos.
Armado o caos, Sr. Quinn foge com o cadeado da caixa, cabendo ao Gato a árdua tarefa de arrumar toda a bagunça, recuperar a magia e detê-lo antes que a mamãe volte para casa. Este é o enredo de O Gato, um jogo infantil baseado no filme de mesmo título, estrelado por Mike Myers, o mesmo de da série de filmes de comédia Austin Powers.
O jogo é simples. A criança assume o papel do Gato de chapéu, armado com seu guarda-chuvas que solta bolhas e meleca, e entra nos diversos mundos dentro da casa para coletar florzinhas coloridas, que representam a magia e outros objetos usados para recuperar sua vida, dar bônus extras que permitem acesso a mundos escondidos ou até mesmo ver trechos do filme. A idéia do jogo lembra muito títulos famosos como Donkey Kong e Sonic, onde o personagem principal percorre regiões de cenários exuberantes, vencendo obstáculos e coletando objetos, formato que agrada muito a criançada. No entanto, algumas vezes o Gato torna-se repetitivo e, por isso, monótono, faltando um pouco mais de criatividade dos autores para criar situações diferentes.
O cenário é muito colorido, com elementos 3D em fundo 2D, e mistura animação gráfica com filmagem, onde podemos ver atores como Mike Myers na pele do Gato, as crianças e Alec Baldwin, no papel do malvado Sr. Quinn, entrando e saindo dos mundos, fugindo do Gato para esconder o cadeado da caixa mágica. Para ajudar o jogador a familiarizar-se com os controles (todos executados a partir do teclado), encontramos mais um personagem do filme, um peixinho simpático dentro de um aquário, que dá dicas sobre os movimentos do personagem principal.
No entanto, um ponto negativo é que o jogo, desde a abertura até as dicas, é todo em inglês, o que não empata quem não sabe a língua. Apesar do manual em português, perde-se muito na introdução da estória e nos diálogos com os personagens, por exemplo. No mais, O Gato e seu enorme chapéu, traz à tela do computador a magia de um filme inpirado em um dos livros mais populares da literatura infantil, criado por Theodor S. Geisel, ou Dr. Seuss, que tanto tem encantado crianças ao redor do Mundo.
Para rodar
Windows 98 ou superior Pentium III 600 MHz ou equivalente 128MB de RAM 1,5 Gb de espaço no disco Placa de vídeo 3D compatível com DirectX 8.1 Placa de som CD-Rom 12X
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