|
|
|
Fiepe condecora Armando Monteiro Neto
|
|
|
 |
Numa solenidade que reuniu os representantes do Produto Interno Bruto de Pernambuco e as mais altas autoridades locais, a Fiepe (Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco) homenageou, à noite de ontem, com a Medalha do Mérito Industrial o presidente da Confederação Nacional da Indústria - CNI, deputado federal Armando Monteiro Neto; a economista Tânia Bacelar, ex-secretária de Políticas de Desenvolvimento Regional do Ministério da Integração Nacional e três destacados empresários pernambucanos: Carlos Antônio Barros Brito, Gerson de Aquino Lucena Júnior e Marcus Maimone Ramos de Sena Pereira.
A Medalha do Mérito Industrial é a mais alta distinção concedida pela Federação das Indústrias e foi criada há trinta anos pelo Conselho de Representantes da entidade, com a finalidade de agraciar empresários, instituições e personalidades que tenham se destacado na busca dos interesses de Pernambuco e do Nordeste, especialmente no desenvolvimento de sua economia. Sua entrega é feita tradicionalmente durante ascomemorações do Dia da Indústria.
Entre outras personalidades e instituições, já receberam a comenda nessas três décadas o Grupo Empresarial Bompreço, o ex-ministro Dilson Funaro (falecido), o senador Albano Franco, o DIARIO DE PERNAMBUCO, o Banco do Nordeste, o Grupo Queiroz Galvão e o senador Marco Maciel.
As medalhas deste ano foram entregues pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco, Jorge Côrte Real, destacando os méritos dos agraciados. Referindo-se a Armando Neto, frisou as suas qualidades como empresário, político e líder sindical, ressaltando que o modo democrático de agir do presidente da CNI é um dos trunfos que ele tem na sua trajetória de vida.
Quanto à economista Tânia Bacelar, Côrte Real testemunho o seu esforço na luta pela recriação da Sudene, entre outras importantes contribuições para o desenvolvimento regional. O industrial Gerson de Aquino foi apontado como um dos ícones no setor de alimentos, com grande senso empreendedor, sendo um dos orgulhos da indústria pernambucana. Marcus Ramos mereceu destaque por sua dedicação na fabricação de pisos de resistência e alta qualidade, inclusive para exportação. O terceiro empresário homenageado, Carlos Antônio Barros Brito, recifense de nascimento, tornou-se sertanejo por circunstância, ao estabelecer-se no município de Afogados da Ingazeira, com fábrica de móveis, após ter vivência em São Paulo.
Durante a solenidade, Côrte Real lançou o Prêmio Arte na Indústria, destinado a homenagear os melhores trabalhos de artistas locais nas categorias desenho, escultura, gravura e pintura.
|
 |
|
|