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Dia confuso na Bolsa e no câmbio
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MERCADO |
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SÃO PAULO - Os mercados brasileiros tiveram outro dia confuso, mas menos tumultuado. Sob pressão da inflação nos Estados Unidos e da alta do petróleo, o mercado acionário adiou a tomada de decisões. O Ibovespa flutuou muito mas fechou em alta de 0,42%. O dólar recuou 0,25%, para R$ 3,134, e os juros futuros projetaram alta. O risco-País caiu 1,80%, para 763 pontos, enquanto o C-Bond perdeu 0,50%, vendido a 87,5% do valor de face.
O investidor em Bolsa vai aguardar a divulgação, hoje, do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) nos EUA para se definir. A Petrobras registrou lucro líquido consolidado de R$ 3,972 bilhões no primeiro trimestre, dentro das previsões. O papel preferencial da estatal subiu 1,47%, e o ordinário valorizou-se 1,06%. A percepção de que a desaceleração econômica na China não será tão forte favoreceu as ações das siderúrgicas. Em comunicados aos mercados, estas companhias vêm insistindo em que os seus contratos com os chineses são de longo prazo.
valorização - As maiores altas do Ibovespa foram de Vale do Rio Doce PNA, com ganho de 6,68%, e Vale ON, 6,32%. Acesita PN valorizou-se 3,64%. Bradespar PN, que tem participação na Vale, subiu 2,80%. O lucro líquido da Vale no primeiro trimestre foi de R$ 954 milhões.
O improvável fim da cobrança da assinatura básica na telefonia fixa continuou sendo pretexto para a venda das teles. Embratel PN caiu 3,73%, Brasil Telecom ON 2,24%, e Brasil Telecom Participações PN 1,80%.
O contrato de Ibovespa futuro para junho projetou alta de 0,38%.
O mercado cambial manteve a volatilidade e cautela diante do preço do petróleo em Nova York (acima de US$ 41 pela primeira vez em 21 anos) e da expectativa sobre o CPI americano.
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