Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco TVGuararapes Radio Caetés Rádio Clube
Edição de Quarta-Feira, 5 de Maio de 2004 
Saúde | Anfetaminas predominam
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Viver Mulher
   Viagem
   Informática
   Carro
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

Saúde
Anfetaminas predominam
De acordo com o endocrinologista Walmir Coutinho, uma pesquisa feita pelo Instituto Adolfo Lutz, de São Paulo, com 74 fórmulas emagrecedoras ditas fitoterápicas e comercializadas livremente no mercado detectou a presença de drogas controladas - como anfetaminas - em mais da metade delas.

  O abuso dessas substâncias, apontam os médicos, tem na verdade várias frentes e vão desde a prescrição indevida até o desconhecimento dos pacientes sobre os riscos. "Existe uma demanda grande por parte dos consumidores, inclusive os que não precisariam tomar drogas para emagrecer, o que sustenta essa rede de distribuição ilegal", observa. O Consenso Latino-Americano em Obesidade, documento que dita as regras para a indicação dos remédios para emagrecer, restringe a sua aplicação a casos de obesidade extrema ou quando o tratamento convencional (dieta e exercícios) não obteve êxito. Além disso, o Consenso aconselha que o medicamento não deve ser o único meio de tratamento, e sim associado a atividades físicas e reeducação alimentar.

  Quem se automedica, portanto, muitas vezes desconhece os riscos. Mesmo usando remédios aprovados pelos órgãos de saúde, a telefonista Micheline Alcântara, 28 anos e cerca de 20 quilos acima do peso, sentiu na pele os efeitos das drogas tomadas sem indicação. "Comecei tomando alcachofra, laxantes e shakes dietéticos, mas como não tive resultados passei a usar o fenproporex - que é controlado - mesmo sem ter uma prescrição. Tomei o remédio por seis meses e nesse tempo sentia palpitações, sono em excesso e calafrios. A parte boa era emegrecer sem ter que fazer dieta", lembra. Ao saber da morte da esposa de um amigo causada pelo uso de remédios para emagrecer, Micheline decidiu suspender a medicação e, em poucos meses, recuperou os 10 quilos que havia perdido.
Voltar

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright 2003 - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com