Entre os problemas que podem estar ligados à falta de memória estão na verdade doenças que devem ser tratadas para evitar danos maiores. "Condições como o Mal de Alzheimer, insuficiência vascular e trombose cerebral, além de colesterol muito alto, derrames, doenças na tireóide e falta de vitaminas podem ocasionar um déficit progressivo", alerta a neurologista Sílvia Laurentino
Popularmente conhecida como esclerose, estes estados patológicos de perda de memória, chamados de demências, atingem cerca de 5% população idosa. Entre as principais causas desses quadros está a doença de Alzheimer - que se caracteriza por uma acentuada perda de memória seguida de manifestações mais graves, como alienação. No início, o problema se manifesta por esquecimentos de fatos recentes, como a repetição insistente de perguntas que já foram respondidas. Também podem aparecer alterações no humor, dificuldade de apreender novidades e perda da atenção. Com a evolução sem controle, a doença pode evoluir para a perda da capacidadede comunicação e de locomoção.
Outra doença que costuma acometer idosos e comprometer alguns aspectos da memória é o Mal de Parkinson. A patologia atinge cerca de 2% dos brasileiros acima de 60 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e provoca danos no mecanismo de comunicação das células nervosas. Com isso, os portadores enfrentam dificuldades na memória visual e espacial.
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