Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco TVGuararapes Radio Caetés Rádio Clube
Atualizado em 16|04|2004 
Diarinho | Descoberta do Sedna anima astrônimos
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Viver Mulher
   Viagem
   Informática
   Carro
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

Diarinho
Descoberta do Sedna anima astrônimos
Mas novidade ainda será avaliada pelos estudiosos, que não sabem se ela é um planeta ou uma espécie de fóssil
Andrea Pinheiro
Da equipe do DIARIO
O sistema solar é composto pelo Sol e mais nove planetas e pode ter ganho um novo componente, o Sedna. Você já ouviu falar? Pois saiba que essa é a mais nova descoberta dos astrônomos, que ainda não sabem se o corpo celeste é um planeta ou um planetóide. O nome foi escolhido para homenagear a deusa do oceano na mitologia esquimó, povo que vive na distante e gelada Groenlândia. De cor avermelhada (é mais vermelho do que Marte), o Sedna está a aproximadamente 13,5 bilhões de quilômetros do Sol. É tão distante que, do planeta, seria possível cobrir o Sol com a cabeça de um alfinete. Fica mais longe do que Plutão, o nosso último planeta.

  O Sedna é um pouco maior do que a metade da Lua e para completar um ano, o tempo que leva para dar a volta ao Sol, demora o equivalente a 10.500 anos da Terra. Existem duas hipóteses para a descoberta: ou é um planeta ou uma espécie de fóssil que restou da formação do sistema solar, há cinco bilhões de anos. A descoberta será avaliada pela União Internacional de Astronomia quedecidirá se o corpo será classificado ou não como um planeta. Algumas características serão levadas em consideração, como o tamanho e a órbita.

  "Não acredito que ele será considerado um planeta, porque é muito pequeno e tem uma órbita irregular", diz o coordenador de Astronomia do Espaço Ciência de Pernambuco, Antônio Carlos Miranda. O certo é que a descoberta do Sedna animou os astrônomos, porque pode revelar novos segredos do sistema solar. Eles acreditam que, por estar muito distante do Sol, o Sedna deve manter as características de quando foi formado. Isso significa que será possível entender como eram os outros planetas, como a própria Terra, no estágio inicial, quando nem os dinossauros habitavam o nosso planeta. A descoberta também poderá mudar a forma como compreendemos o sistema solar.

  O Sedna é muito gelado, as temperaturas podem chegar a 240ºC negativos e não oferece condições para abrigar vida, pelo menos, da maneira como conhecemos. A primeira vez que os astrônomos viram o Sedna foi em novembro, no telescópio de Monte Palomar, na Califórnia, nos Estados Unidos. Depois, a descoberta foi confirmada por outros telescópios espalhados pelo Mundo.
LEIA MAIS

Fique por dentro

Na internet

Para ver estrelas

Vida de astronauta


 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright 2003 - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com