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Terminal da Transbrasil será licitado
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O Terminal de Cargas da Transbrasil, situado no Aeroporto Internacional dos Guararapes, será uma das áreas ainda em poder da companhia aérea a entrar no processo de licitação, que será aberto pela Empresa Brasileira de Infra-estrutura Aeroportuária (Infraero) nos próximos meses. Com 3.120 metros quadrados, o terminal terá seu preço mínimo definido de acordo com a destinação, podendo ficar em torno de R$ 2,25 o metro quadrado, conforme avaliação preliminar.
A concorrência será restrita às empresas de transporte aéreo regular. Estão potencialmente interessadas no terminal do Aeroporto dos Guararapes a Varig, a Vasp e a Tam. O prazo de concessão será de cinco anos, podendo ser prorrogado por igual período. Os balcões de informações e de check-in, antes ocupados pela Transbrasil, já foram repassados para as empresas de aviação Ocean Air e TAM. Por se tratar de áreas operacionais, a suspensão de contrato ocorreu de forma simplificada.
O Superintendente do Aeroporto Internacional dos Guararapes, Alberto Feitosa, informou que o processo de licitação do Terminal de Cargas da Transbrasil, no Recife, ainda será iniciado, uma vez que a regional não recebeu a documentação para proceder aos estudos preliminares. "Estamos esperando o comunicado oficial da sede da Infraero, em Brasília. Só então vamos dar início às etapas necessárias ao processo licitatório", afirmou.
A concessão das áreas ocupadas pela Transbrasil em 23 aeroportos brasileiros foi cassada, na última semana, pelo Departamento de Aviação Civil (DAC). De acordo com o presidente da Infraero, Carlos Wilson, a estatal entrou com uma medida judicial no Tribunal Regional Federal da 1ªRegião para derrubar uma liminar concedida à empresa aérea impedindo a retomada das áreas. "O processo de licitação será aberto assim que a Justiça retirar o impedimento e a Infraero puder reaver as áreas", declarou.
A Transbrasil suspendeu o pagamento do aluguel das áreas há dois anos, desde que deixou de operar. A dívida da companhia com os aeroportos brasileiros soma R$ 5,8 milhões, sem contar outros R$ 180 milhões referentes à divida referentes às operações de pouso de decolagem.
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