Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco TVGuararapes Radio Caetés Rádio Clube
Atualizado em 23|01|2004 
Diarinho | Atenção para o que você joga no lixo
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Viver Mulher
   Viagem
   Informática
   Carro
   Imóveis
   Saúde
   Diarinho

    SERVIÇOS

   Loterias

Diarinho
Atenção para o que você joga no lixo
Fred Figueiroa da equipe d o diario
D ependendo da sua idade, você já conhece ou ainda vai ouvir falar sobre um cientista chamado Lavoisier. Foi ele que criou uma frase bastante conhecida no Mundo todo: "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma". Por isso, é importante todos saberem que o lixo continua existindo depois que o jogamos na lixeira. E tudo aquilo que pra gente já não serve mais, ainda pode ser muito útil ou mesmo perigoso.

  Quanto mais as cidades crescem desordenadamente, mais lixo se produz e menos áreas para se colocar esse lixo existem. E assim a sujeira vai ficando acumulada no meio ambiente, aumentando a poluição do solo, das águas e do ar. Com isso, mais pessoas adoecem, principalmente nos lugares mais pobres.

  Está claro que para o bem do nosso futuro, é preciso prestar mais atenção naquilo que é jogado fora. Seja uma tampinha de garrafa, uma folha de papel, um brinquedo quebrado, uma pilha sem carga; tudo isso pode ser reciclado e transformado em algo novo.

  Para ajudar a diminuir o acúmulo de lixo no Mundo, o que você pode fazer é aprender a separar o que vai para o lixo. E, claro, não deixar que os adultos que vivem na sua casa misturem tudo na mesma lixeira.

  O artista plástico Jacaré, por exemplo, usa o lixo como principal matéria prima para o seu trabalho. Ele sai catando cacarecos pelas lixeiras e transformando tudo aquilo em algo novo e útil. Arame, garrafas de plástico, sucata... vale quase tudo. Hoje ele é um dos artistas do atelier Submarino que, inclusive, fez a decoração do Recife no Carnaval passado, usando basicamente o lixo reciclado.

  Reaproveitar os produtos jogados no lixo para fabricação de novos objetos é o melhor caminho para salvar o Mundo da degradação do meio ambiente. Daqui pra frente, não veja o lixo como um monte de bagulho, e sim como aquilo que pode ser reaproveitado.

Latas, vidros e garrafas PET

Se não recicladas, as latas levam 100 anos para se decomporem, mas é possível se produzir o mesmo produto que a matéria virgem. As embalagens plásticas demoram mais tempo e ainda contribuem para entupimentos nos esgotos e agridem a fauna aquática. Quanto ao vidro, o tempo de decomposição é grande e ele pode ser reaproveitado.

O QUE FAZER?

Esses materiais devem ser separados e colocados em depósitos de lixo específicos. Eles se diferenciam pelas cores. As latas devem para a lixeira amarela; as garrafas de plástico, para a vermelho; os vidros, para a verde; e o papel, para a azul.

Pneus

Pneus são um perigo para o meio ambiente. Eles têm uma degradação muito lenta e ainda acumulam água, proliferando insetos, como o mosquito da dengue. Por isso, nunca se deve jogá-los em terrenos abandonados, em rios ou mesmo no Lixão. Eles também não devem ser queimados, pois liberam gases muito tóxicos. Aprenda isso e não deixe os adultos jogarem seus pneus no lixo.

O QUE FAZER?

O ideal é procurar borracharias para deixar os pneus velhos por lá, onde eles são reaproveitados de alguma forma. Não acumule pneus em casa. Esta é a única solução, por enquanto.

Pilhas e baterias

Baterias e pilhas são feitas de metais pesados altamente tóxicos, como cádmio, níquel, chumbo e mercúrio. Se forem jogados fora a céu aberto vão poluir o meio ambiente e podem causar várias doenças aos homens, como problemas renais, mentais e pulmonares. As pilhas têm um tempo de degradação de 100 a 500 anos.

O QUE FAZER?

Quando as pilhas e baterias não servirem mais, ao invés de jogá-las no cesto de lixo, é melhor levá-las para locais que vendam estes produtos. Eles vão encaminhar aos fabricantes, que darão o destino correto. Mas se a pilha for alcalina, elas podem ser jogadas no lixo comum. Sem problemas.

Cartuchos e disquetes

Para fabricar um cartucho são gastos até cinco litros de petróleo. E o plástico usado em cada cartucho de impressora leva mais de mil anos para se decompor. Por isso é importante reciclá-los. Assim haverá economia de energia, recursos naturais e aumento da vida útil dos aterros sanitários.

O QUE FAZER?

Se o disquete não servir mais, deve ser separado como lixo seco, com o objetivo de reciclar o plástico e o metal. Para o cartucho, deve ser feito o mesmo, mas ainda existe a opção de recarga.

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright 2003 - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com