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João Paulo e os líderes dos partidos na Câmara acham impossível a aprovação da emenda paralela nesse período, por escassez de tempo. Para o presidente da Câmara, será "inócua" a convocação. "Isso é um absurdo porque é desnecessário. Não vamos analisar essa PEC na convocação extraordinária e não há possibilidade de a reforma passar sem emendas na Câmara, se passar", disse Paulo Bernardo (PT-PR). Anteontem, ainda houve uma última tentativa de derrubar a idéia de convocação em uma reunião entre líderes da Câmara e do Senado. Os deputados propuseram celeridade na tramitação da emenda paralela na volta do recesso, mas não conseguiram demover os senadores. A reação do presidente da Câmara causou revolta de senadores da oposição e do bloco governista. Na tribuna, o líder do PSDB, senador Arthur Virgílio (AM), disse que se surpreendeu com a reação "heterodoxa" de João Paulo. "Talvez (a reação) se dê pela pouca experiência.
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