Últimas Diversão Comunidade Tecnologia Esportes Turismo Quem Somos
Diario de Pernambuco TVGuararapes Radio Caetés Rádio Clube
Edição de Domingo, 14 de Dezembro de 2003 
Economia | Cesta pode ficar 10% mais barata
   DIARIO
   Índice Geral
   Expediente
   Ed. Anteriores
   Assinaturas
   História
   CADERNOS
   Política
   Brasil
   Mundo
   Economia
   Esportes
   Vida Urbana
   Viver
   SUPLEMENTOS
   Revista da TV
   Empregos
   Viver Mulher
   Viagem
   Informática
   Carro
   Imóveis
   Saúde

    SERVIÇOS

   Loterias

ECONOMIA
Cesta pode ficar 10% mais barata
Governo quer controlar embalagem e armazenamento
A cesta básica comercializada nos mercadinhos de bairro pode ficar 10% mais barata, quando o Ministério da Agricultura rever a regulamentação dos padrões de embalagem e armazenamento dos produtos que a compõem. Para isso, deverá ser reativado, no início do próximo ano, o grupo de trabalho responsável pela definição dos padrões estabelecidos em agosto de 2002. A intenção é ajustar alguns pontos da legislação, de forma que os supermercados de pequeno e médio porte possam atender às determinações da portaria nº 51, sobretudo em relação às condições de embalagem e armazenagem. A redefinição nas regras foi decidida durante encontro entre o ministro Roberto Rodrigues e o presidente da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), João Carlos de Oliveira.

  A lei em vigor exige controle operacional, higiene, qualidade e segurança alimentar na montagem das cestas, o que dificilmente é conseguido pelos estabelecimento de pequeno e médio porte. Por não atenderem às determinações, muitos acabam terceirizando a compra das cestas, o que eleva o preço final ao consumidor. Para o presidente da Abras, as mudanças na regulamentação permitirá que um número maior de supermercados se enquadre às exigências, barateando o preço final.

  "Os benefícios da redefinição dos padrões é abrangente, uma vez que dos 58 mil estabelecimentos existentes do País, 95% são pequenos ou médios", afirma João Carlos Oliveira. Segundo ele, o ganho maior será do consumidor que terá a certeza de estar adquirindo produtos que obedecem a rigorosos princípios de qualidade e higiene", conclui.

  Para o presidente da Associação Pernambucana dos Supermercados (Apes). Geraldo José da Silva, a redefinição nas regras que regem a confecção das cestas básicas vem atender a uma reivindicação antiga do setor no Estado. De acordo com ele, os empresários pernambucanos foram os primeiros a solicitar as mudanças. Afinal, o que foi estabelecido pelo portaria 51 beneficia apenas as empacotadoras do Centro-Sul, penalizando os pequenos comerciantes e consumidores

  Geraldo da Silva garantiu que as cestas básicas confeccionadas pelos mercadinhos pernambucanos atendem prontamente às exigências do Instituto de Pesos e Medidas e dos institutos de defesa do consumidor e que a revisão nas determinações da lei poderá baratear a cesta em aproximadamente 10%. "O maior beneficiado certamente será a população de baixa renda, que passará a contar com um produto bem mais em conta", disse.

 
        Escolha aqui um canal do Pernambuco.com:
quem somos | contato comercial | sua opinião sobre o portal
Copyright 2003 - Pernambuco.com | todos os direitos reservados. É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo desta página sem a prévia autorização | faleconosco@pernambuco.com