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Denúncia contra cantor gera polêmica nos EUA
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MICHAEL JACKSON |
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LOS ANGELES (EUA) - A denúncia de abuso sexual que agora pesa sobre Michael Jackson já havia sido descartada no início do ano por investigadores ligados à proteção de menores. A informação consta de um memorando confidencial, do departamento da família e da criança de Los Angeles. Foi revelada pelo site thesmokinggun.com, dedicado aos embaraços judiciais de celebridades. Uma fonte a quem este tipo de processo é familiar confirmou sua autenticidade à agência de notícias AP. A denúncia feita no início do ano partiu de um funcionário de uma escola, após ver na TV a suposta vítima, um garoto de 12 anos que sofre de câncer, declarando ter passado algumas noites com Michael em seu rancho Neverland.
A investigação durou então 13 dias. Conforme o documento, tanto o menino como seu irmão inocentaram o cantor. A irmã mais velha diz nunca ter testemunhado atos libidinosos entre eles. A mãe do garoto afirma que a mídia "tira tudo de contexto" e que as crianças nunca foram deixadas a sós com o astro. Detalha que seu filho chegou a dormir no mesmo quarto que Michael, mas nunca na mesma cama. A investigação ocorreu em fevereiro, mas o memorando data de 26 de novembro, uma semana antes de o astro ser detido, fichado e solto sob fiança de US$ 3 milhões pela polícia de Santa Barbara. O promotor que comanda a atual acusação, avisou ter tomado conhecimento do teor do memorando e que isso não afetará sua decisão de denunciar Michael.
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