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Atualizado em 26|11|2003 
Informática | CDs para causar boa impressão no fim de ano
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Informática
CDs para causar boa impressão no fim de ano
Formatos diferenciados são opção para presentear ou fazer marketing
Se quando você pensa em um CD, imagina apenas um disquinho prateado, redondo e com um furinho no meio - claro que você não está errado, mas já começa a ficar bem ultrapassado. É que já existe no País, inclusive em Pernambuco, uma infinidade de possibilidades para se criar formatos geométricos alternativos para o disco, tanto de áudio como os CD-Rom's: eles podem ser estrelas, carros, garrafas, sanduíches, flores, rostos, letras, quebra-cabeças, marcas ou seja lá o que a criatividade ou interesse do mercado desejar.

  "Formas criativas de marketing como os CDs recortados e personalizados valorizam mais os projetos da uma empresa e fixam de forma mais forte a imagem de um produto. Muitos até viram objetos de coleção", explica Tiago de Lima, diretor da Matolão (
www.matolao.com), empresa de produção audiovisual que representa em Pernambuco a indústria alemã Shape CD (shapecd.com.br), que tem filial em São Paulo, onde fabrica os CDs recortados. Entre os clientes da empresa alemã, estão multinacionais como Coca-Cola, Pepsi, McDonald's, Xerox e Malboro.

  A fabricação de um CD com formatos geométricos variados não é diferente dos tradicionais. A única restrição é na capacidade de armazenamento. Quanto menor ficar o espaço do raio da área de leitura, claro que menor será sua duração ou seu armazenamento de megabites - existe uma tabela de capacidade no site da Shape CD com um gráfico entre o raio e o espaço disponível. Quanto ao custo de produção, o valor é inevitavelmente mais alto do que a confecção de um disco convencional. Para uma empresa de Pernambuco, o valor da unidade ficaria entre R$ 4,00 e R$ 5,00 - dependendo da quantidade a ser produzida. A tiragem mínima é de quinhentos CDs (com cada um ficando por cerca de R$ 4,50) e a previsão de entrega fica em torno de vinte dias. "O preço do CD no País hoje em dia está muito volátil e por isso não se tem um valor pré-determinado", explica Tiago de Lima.

E as possibilidades de inovação na concepção dos CDs não se resumem à alternativas geométricas. A ShapeCD desenvolve também os discos aromatizados - que podem trazer o cheiro do produto comercializado (perfumes, frutas, flores, comida e etc) inserido junto com o verniz da pintura da superfície do disco. "Uma floricultura de São Paulo fez um CD com o formato e o cheiro de uma rosa vermelha e foi sucesso total", revela o diretor da Matolão, que está trazendo a novidade para o mercado de Pernambuco. O preço médio gira em torno dos R$ 5,00, mas a quantidade mínima a ser fabricada é de três mil unidades.

 
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