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CDs para causar boa impressão no fim de ano
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Formatos diferenciados são opção para presentear ou fazer marketing |
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Se quando você pensa em um CD, imagina apenas um disquinho prateado, redondo e com um furinho no meio - claro que você não está errado, mas já começa a ficar bem ultrapassado. É que já existe no País, inclusive em Pernambuco, uma infinidade de possibilidades para se criar formatos geométricos alternativos para o disco, tanto de áudio como os CD-Rom's: eles podem ser estrelas, carros, garrafas, sanduíches, flores, rostos, letras, quebra-cabeças, marcas ou seja lá o que a criatividade ou interesse do mercado desejar.
"Formas criativas de marketing como os CDs recortados e personalizados valorizam mais os projetos da uma empresa e fixam de forma mais forte a imagem de um produto. Muitos até viram objetos de coleção", explica Tiago de Lima, diretor da Matolão (www.matolao.com), empresa de produção audiovisual que representa em Pernambuco a indústria alemã Shape CD (shapecd.com.br), que tem filial em São Paulo, onde fabrica os CDs recortados. Entre os clientes da empresa alemã, estão multinacionais como Coca-Cola, Pepsi, McDonald's, Xerox e Malboro.
A fabricação de um CD com formatos geométricos variados não é diferente dos tradicionais. A única restrição é na capacidade de armazenamento. Quanto menor ficar o espaço do raio da área de leitura, claro que menor será sua duração ou seu armazenamento de megabites - existe uma tabela de capacidade no site da Shape CD com um gráfico entre o raio e o espaço disponível. Quanto ao custo de produção, o valor é inevitavelmente mais alto do que a confecção de um disco convencional. Para uma empresa de Pernambuco, o valor da unidade ficaria entre R$ 4,00 e R$ 5,00 - dependendo da quantidade a ser produzida. A tiragem mínima é de quinhentos CDs (com cada um ficando por cerca de R$ 4,50) e a previsão de entrega fica em torno de vinte dias. "O preço do CD no País hoje em dia está muito volátil e por isso não se tem um valor pré-determinado", explica Tiago de Lima.
E as possibilidades de inovação na concepção dos CDs não se resumem à alternativas geométricas. A ShapeCD desenvolve também os discos aromatizados - que podem trazer o cheiro do produto comercializado (perfumes, frutas, flores, comida e etc) inserido junto com o verniz da pintura da superfície do disco. "Uma floricultura de São Paulo fez um CD com o formato e o cheiro de uma rosa vermelha e foi sucesso total", revela o diretor da Matolão, que está trazendo a novidade para o mercado de Pernambuco. O preço médio gira em torno dos R$ 5,00, mas a quantidade mínima a ser fabricada é de três mil unidades.
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