Edição de Quarta-Feira, 29 de Outubro de 2003
 

Início Diario de Pernambuco Cartas

Diario

Índice Geral
Expediente
Ed. Anteriores
Assinaturas
 

Cadernos

Política
Brasil
Mundo
Economia
Esportes
Vida Urbana
Viver
 

Suplementos

Revista da TV
Empregos
Viver Mulher
Viagem
Informática
Saúde
Carro
Imóveis
 

Serviços

Loterias

 

Cartas

Correspondências para esta seção: Praça da Independência, 12, Santo Antônio, Recife - 50010-902, fax 3425-7700, e-mail: cartas@dpnet.com.br

Compesa responde

  A Compesa esclarece ao senhor Alfredo Cunha, que não repassou informação falsa à imprensa, a respeito da modificação do racionamento do Recife, que desde o último dia 10 está seguindo o calendário de 20 horas com água contra 28 horas sem água. O regime anterior era de 20 horas com água contra 52 sem o produto, e não 24 horas com e 24 sem, conforme o leitor registrou em sua carta. Quando anunciou a melhoria do abastecimento do Recife, a Compesa enfatizou que as Zonas Especiais de Abastecimento (áreas de morro e localidades situadas em final de rede de distribuição) não seriam contempladas com a melhoria, diante da inviabilidade técnica para efetivar tal procedimento. A Companhia esclarece, ainda, que o sistema de abastecimento d'água da Região Metropolitana do Recife é integrado. Portanto, de operação complexa, com algumas particularidades, dependendo da área. Exemplo: pode acontecer de um bairro ter uma rua com racionamento mais brando em relação a outras vias. Quanto à queixa que sua residência fica situada a 30 metros da avenida Maria Irene, a Compesa informa que, apesar dessa área estar localizada numa área plana do Recife, o Jordão Baixo é uma Zona Especial de abastecimento, onde existem deficiências estruturais na rede de distribuição de água. Vale salientar que 70% do bairro do Jordão correspondem à área de topografia acidentada e elevada e 30% de área plana, um dos fatores que dificultam o abastecimento da região. Outra dificuldade verificada é que o abastecimento do Jordão só tem como fonte de produção o Sistema Gurjaú, localizado no Cabo de Santo Agostinho. No caso específico do Jordão Baixo, a Companhia reconhece que o calendário de abastecimento em vigor não é o ideal, mas que a única forma de atender a população é através de um regime especial de fornecimento de água. A melhoria do abastecimento do bairro só poderá ocorrer quando entrar em operação o Sistema Produtor Sul de Pirapama, cuja barragem já foi concluída, restando, ainda, a implantação de adutoras e outras intervenções que vão permitir a operacionalização do novo sistema, que depende de liberação de financiamento para conclusão do projeto. A Compesa adianta que não promoveu reajuste na tarifa de água quando implantou o Projeto Tarifa Social. Na verdade, a Compesa está reduzindo para R$ 6,00 o valor da taxa mínima (um consumo de até 10m3 de água/mês) para os consumidores de baixa renda. Já os clientes que não se enquadrarem nos critérios definidos pela Companhia para receber o benefício, passarão a pagar o valor da tarifa mínima normal, sem o subsídio até então concedido Assessoria de Imprensa da Compesa.

PM de parabéns

  Mais uma vez está de parabéns a Polícia Federal, que conjuntamente com a Polícia militar, mais precisamente a Ciosac - Companhia Independente de Operações do Sertão e Área de Caatinga, deram cabo à "operação Fulgêncio", que em dois dias cumpriram diversos mandados de prisão; muitos mandados de busca e apreensão; lavraram dois autos de flagrante delito; apreenderam dezenas de armas de fogo e milhares de munições, além de erradicarem onze roças de maconha, num total de mais de 6 mil pés da erva. A operação que contou com a participação do COT - Comando de Operações Táticas do DPF, teve um helicóptero sobrevoando toda a área das agrovilas do Projeto Caraíbas, no município de Santa Maria da Boa Vista. Cumprimento os mais de cem policiais que participaram da operação coroada de êxito, que retirou mais de uma dezena de meliantes de circulação, devolvendo a paz e a tranqüilidade à região do Sertão. Severino Melo - Recife

Esforços somados

 Como deixou-me esperançoso ler nos jornais que o nosso governador vai somar esforços com os prefeitos da Região Metropolitana para retirar os meninos de rua, fato deprimente para uma sociedade, ver estes deserdados perambulando pelas ruas do Recife. Um determinado desembargador tentou, mas pouco foi feito, porque até eu mesmo sei que se faz necessário um engajamento maior da sociedade. Mesmo sendo funcionário publico, vejo na pessoa do sr. governador um excelente administrador, apesar de nunca ter votado nele por questões ideológicas. Porém, se ele tiver exigido na questão, serei um jarbista de carteirinha. Sei que não é fácil, mas tenho certeza que é mais barato do que perfurar a Serras das Ruças em tempo recorde que ficou parecendo até com paíss de Primeiro Mundo. Edigar Virginio Nunes - Recife

Catracas e assaltos

  A extinta EMTU justificou a colocação das catracas na parte dianteira dos ônibus como sendo para evitar assaltos. Porém, todos sabemos que foi simplesmente para discriminar os idosos, deficientes e gestantes colocando-os espremidos na parte dianteira onde em qualquer acidente frontal serão os primeiros a serem atingidos. Esta semana ocorreram assaltos a ônibus em série. Quero saber qual o motivo para tanto assalto. Se antes eram devido às catracas na parte traseira, agora qual é o motivo? Ivson Barbosa - Recife

Valores invertidos

 Infelizmente, por mais que os responsáveis pela segurança pública tentem fazer crer o contrário, o povo virou refém da violência estabelecida no seio da sociedade. Agora chegamos ao cúmulo de sermos obrigados a ver a Polícia Militar postada na defensiva, buscando muito mais garantir a sua própria segurança, do que envolvida na tarefa de combater o crime. Antes bastava que um policial morasse em uma determinada rua, para que toda vizinhança gozasse da segurança imposta pela sua simples presença. Hoje vivemos uma situação absolutamente incoerente, pois o policial, na ânsia de garantir a sua segurança, e a da sua família, passou a esconder dos vizinhos a sua profissão. Júlio Ferreira - Recife

Tristeza

  É com tristeza que leio o artigo do sr. Marco Aurélio Alcântara. Vivendo no Século XXI, onde a amizade entre os povos é fundamental para o desenvolvimento, não é à toa que os europeus esqueceram suas guerras do passado e juntaram-se em uma comunidade única. Como pode este sr. querer causar um incidente entre Pernambuco, Alemanha, Holanda e Portugal, parceiros necessários para a geração de emprego e renda no nosso Estado? A atração do turismo cultural, dito dias atrás em outro artigo neste mesmo DIARIO é fundamental para gerar emprego nas camadas mais carentes de nossa população. O sr. Marco Aurélio parece desesperado e não haver lido os livros da história que mostram que Nassau, ao chegar a Pernambuco, tratou de estabelecer a paz com os portugueses em oposição ao inimigo comum, a Espanha, que dominava Portugal e estava em guerra com à Holanda. Este sim o verdadeiro derrotado de todo o período da colônia holandesa. Pernambuco não suporta o afastamento do poder central, do capital privado internacional e agora só falta não querer a refinaria em Pernambuco por Hugo Chavez ser o presidente venezuelano. Daniel Ribeiro Júnior - Olinda

FALOU E DISSE

"Apesar de todos os esforços do Detran, as motocicletas continuam a cometer barbaridades no trânsito".
Luís D. Filho - Recife.

"A coisa está feia no Mundo. Vejam a falta de paz em Bagdá, onde milhares já morreram".
Daniel Almeida - Recife.

"A Polícia Militar deve revistar quem mora nas favelas que rodeiam Boa Viagem, para verificar se seus moradores possuem armas de fogo".
Sandro José R. Lima - Recife.

"Só idiotas falam da existência de armas de fogo apenas nas favelas. E nos luxuosos prédios de Boa Viagem ninguém possui armas de fogo não?"
Manoel S. de Araújo - Recife

"Mais uma vez os professores param. Quem paga o pato são os alunos, é claro".
Luciana Maria D. Carvalho - Recife.

Comentários dos Leitores

"O povo é quem paga. Sou comerciante do ramo de alimentos e estou pasmo com a covardia com que a indústria de alimentos vem alimentando os preços, como por exemplo o óleo. Somos o maior produtor de soja do mundo e em uma semana, uma caixa de óleo, que custava entre R$39,00 e R$40,00, passou para R$47,00. É um absurdo. Este é apenas um exemplo, porque os almentos continuam na margarina, leite, frango, etc. Como comerciante, vejo as pessoas cortarem a cada mês alimentos básicos, devido à queda na renda. Eu pergunto ao governo, como combater a fome, se o própio governo não consegue parar a onda de aumentos abusivos, que em sua maioria, é feito pelas multinacionais? Lula, o povo não quer esmola e sim dignidade. E você, como nordestino, sabe muito bem, é preciso gerar empregos fome zero, sem controle dos preços por aqueles que controlam o mercado e matam a população, que ganha uma miséria, de fome. Ah, já ia esquecendo a questão da violência, os comerciantes do ramo de mercadinho estão entregues à própria sorte. Conheco vários que foram assassinados em assaltos, devido à falta de segurança. Eu mesmo fui assaltado mais uma vez, no domingo 26/10. Não prestei queixa, porque já é rotina ficarmos felizes quando não somos baleados.", Marcos Botelho, Olinda-PE, por e-mail








 

 
 
Sua Opinião


Copyright 2001 - Pernambuco.com

Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização.
diario@dpnet.com.br