Edição de Domingo, 26 de Outubro de 2003
 
Início Diario de Pernambuco Economia Mercado otimista

Diario

Índice Geral
Expediente
Ed. Anteriores
Assinaturas
 

Cadernos

Política
Brasil
Mundo
Economia
Esportes
Vida Urbana
Viver
 

Suplementos

Revista da TV
Empregos
Viver Mulher
Viagem
Informática
Saúde
Carro
Imóveis

 

Serviços

Loterias

 

Economia

Mercado otimista

O mercado está otimista com o reforço de caixa do Sassepe e as perspectivas de saneamento financeiro. Afinal de contas, o plano dos servidores injeta por mês cerca de R$ 6 milhões em pagamentos para os prestadores de serviços, incluindo rede credenciada e HSE. Uma boa fatia de R$ 4,5 milhões é paga aos hospitais, inclusive ao pólo médico do Recife. Não precisa dizer que aos empresários do setor não interessa a quebradeira do plano de saúde público. Mesmo com faturas em atraso de doze meses, acumulando uma dívida de R$ 12 milhões, os servidores continuam sendo atendidos na maioria dos hospitais. Houve problemas pontuais de atendimento em Petrolina e Garanhuns.

  Os donos de hospitais compreenderam que é ruim com o Sassepe, mas pior sem ele. Até porque, o pólo médico enfrenta dificuldades financeiras, em parte pela falta de reajuste das tabelas de honorários dos planos de saúde. Perder uma carteira de 255.455 faz a diferença. Mardônio Quintas, presidente do Sindicato dos Hospitais de Pernambuco (Sindhospe), confirma que os prestadores de serviços tiveram perdas com a crise do plano dos servidores. Mesmo assim, exercitaram a paciência e apostam hoje na recuperação financeira do plano. "Os hospitais do pólo médico não têm vocação para o atendimento ao SUS", disse.

  O presidente regional da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), Flávio Wanderley, considera fundamental a gestão funcionar bem para o futuro do plano. "Saúde suplementar não tem mágica. Tem que funcionar com gerenciamento e controle nos custos", afirma. Ele considera o fator moderador imprescindível para o futuro do Sassepe. Explica que até os planos coletivos funcionam com a co-particpação financeira, para evitar abusos no uso dos serviços. Wanderley disse que o plano de saúde dos servidores poderá, no futuro, abrir as portas para outros usuários, como forma de ampliar as receitas. O atrativo é o preço. O custo médio per capita no Sassepe é R$ 17,55 enquanto na rede privada chega a R$ 44,00.

 


Voltar






 

 
 
Sua Opinião


Copyright 2001 - Pernambuco.com

Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização.
diario@dpnet.com.br