(Atualizado no dia 19/10/2003)
 
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As mudanças que o público não viu no ar

EM CIMA DA HORA

Apresentadora Samantha Mendes, o diretor de arte Alexandre Arrabal (na bancada) e outros membros da equipe discutem ajustes que faltam: é preciso, por exemplo, harmonizar as posições dos computadores com apresentadores e câmeras

  Madrugadores e insones que assistiam à Globo News quarta-feira passada podem ter achado que era ilusão de ótica. Às 6h o Em Cima da Hora tinha um cenário. E às 7h entrou no ar de cara nova! Como era possível mudar tudo em tão pouco tempo? Ilusão houve, sim, mas não foi neste momento: quatro dias antes, a editoria de arte da Central Globo de Jornalismo já estava preparando a mudança, e o que se viu no ar durante este período foi um fundo em chroma-key, que reproduzia o cenário antigo do telejornal.

  A troca do cenário do Em Cima da Hora, no dia em que a Globo News fez sete anos, foi só o começo. Aos poucos, os outros programas também ganharão novas instalações. "Entendemos que a programação visual precisa estar em movimento", explica o diretor de arte Alexandre Arrabal. "O novocenário possibilita uma imagem mais limpa".

  Como a Globo News não sai do ar, a maioria dos apresentadores teve de se adaptar de sopetão. Samantha Mendes e Ana Paula Couto, que comandaram o Em Cima da Hora das 7h, foram as cobaias. Dez minutos antes, elas entraram no estúdio para testar o ponto eletrônico, botar almofadas nas cadeiras e verificar outros detalhes.

Antes da edição das 8h do jornal, os técnicos tiveram meia hora para posicionar melhor as apresentadoras, deslocando um pouco a bancada, e mexer nos refletores, para acabar com um reflexo no teleprompter. Enquanto os bastidores ferviam, em casa os telespectadores viam o Em Cima da Hora sem sinais de turbulência.








 

 
 
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