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EUA contabilizam 103 mortos no pós-guerra
IRAQUE
BAGDÁ - Dois soldados americanos morreram e um ficou ferido por rebeldes iraquianos numa emboscada perto da cidade de Kirkuk - 450 quilômetros ao Norte da capital iraquiana - informou ontem um porta-voz do Departamento da Defesa dos Estados Unidos. O incidente ocorreu no início da madrugada de domingo, elevando para 103 o total de soldados americanos mortos no Iraque desde 1º de maio, quando o presidente George Bush anunciou o fim da guerra. As vítimas integravam uma patrulha da 4ªDivisão de Infantaria, atacada com foguetes e disparos de armas leves. No dia anterior, quatro soldados haviam sido mortos na explosão de uma bomba em Bagdá e num choque com milicianos xiitas em Kerbala.
A emboscada de Kirkuk não foi o único incidente de ontem. Comboios militares americanos foram alvejados por granadas de morteiro nas regiões de Al-Kalla e Faluja. Em Faluja, um caminhão carregado de munição e outros dois foram destruídos. Uma grande multidão de iraquianos gritando lemas antiamericanos foi impedida de chegar aolocal por caças-bombardeiros F-16, que realizavam constantes vôos rasantes.
Na localidade de Hawija, tropas americanas mataram três iraquianos, "revidando um ataque", segundo um porta-voz militar dos EUA. Enquanto isso, um funcionário do Ministério do Petróleo do Iraque desmentiu o fracasso, ontem, da retomada das exportações do produto por um duto que liga os campos do Norte do país à Turquia. De acordo com ele, os iraquianos promoveram apenas um "teste" de bombeamento e as exportações regulares não deverão ser retomadas tão cedo.
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