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Como membro do Conselho do Porto Digital, o Softex participa ativamente da condução de políticas do projeto de negócios tecnológicos. O Softex, na verdade, é um entidade nacional, com células em determinadas capitais brasileiras. O Softex Recife existe há dez anos. De acordo com seu atual diretor, José Cláudio de Oliveira, o perfil da entidade mudou bastante. "Nascemos com uma visão principal exportadora, mas percebemos que para isso é necessário cuidar da excelência do software brasileiro", explica. Unindo as duas coisas, uma das próximas ações do Softex Recife será uma participação maciça na Infonordeste, maior feira de tecnologia do Estado, marcada para acontecer em novembro.
A idéia, segundo Oliveira, é tentar mudar um pouco o perfil da feira, que hoje é voltado basicamente para o usuário final de tecnologia. "Queremos que a feira volte suas atenções para tecnologia de serviços e software", diz. Ou seja, fazer com que a Infonordeste se aproxime do perfil das principais feiras brasileiras, como a paulista Comdex, voltada para o setor corporativo.
Para que isso aconteça, o Softex está negociando com a Sucesu, empresa organizadora do evento, um maior espaço para as empresas de tecnologia do Estado, grandes e pequenas. Também está previsto o convite a empresários de outros países, que sejam possíveis consumidores da tecnologia pernambucana, o que José Cláudio de Oliveira chama de missão compradora. "Antes de levar nossos produtos para o Exterior, é necessário que eles conheçam suas qualidades."