Sociedade programa para setembro uma viagem de empresários brasileiros para os Estados Unidos
A Sociedade para Promoção de Excelência do Software Brasileiro (Softex) está organizando uma delegação de empresas brasileiras de software para uma viagem aos Estados Unidos em setembro deste ano. O objetivo é gerar negócios no mercado norte-americano e fortalecer a marca Brazilian Software com o lançamento da pesquisa The Software Industry in Brazil - 2002 - Strengthning the Economy of Knowledge, realizada em conjunto pelo MIT e pela Sociedade Softex. A meta é que, neste ano, a missão comercial seja composta por 30 empresas, onze a mais do que na primeira edição do evento, realizada em 2002.
"O programa inclui a realização de rodadas de negócios one-to-one com potenciais parceiros, representantes, vars e distribuidores, e a apresentação de casos de sucesso envolvendo empresas internacionais de porte, que sejam usuárias de sistemas desenvolvidos por companhias brasileiras", explica o diretor-executivo do Instituto de Tecnologia de Software (ITS), Descartes Teixeira, um dos organizadores da delegação.
Estão previstas, no roteiro, visitas a Boston, Nova York e Washington. Na primeira cidade, acontecerá o lançamento da pesquisa no MIT. A apresentação será feita pela professora americana Alice Amsden, considerada uma das 50 pesquisadoras mais influentes dos Estados Unidos.
Em Nova York, a delegação participará de um business breakfast e de rodadas de negócios, reunindo empresas brasileiras e norte-americanas. Haverá também um keynote speaker do segmento financeiro de uma empresa norte-americana. Já em Washington, será realizada a Brazil Tech 2003 - Conference & Expo Software Made in Brazil. Na ocasião, serão destacadas as soluções brasileiras para os segmentos de e-gov e finanças. Ano passado, a Brazil Tech contou com a participação de mais de 150 companhias norte-americanas.
A iniciativa da missão aos Estados Unidos é da Sociedade Softex e a realização é do ITS, núcleo Softex para a Grande São Paulo; da Tecsoft, agente Softex de Brasília; e da Embaixada do Brasil em Washington; com o apoio Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) e da Riosoft, agente Softex para o Rio de Janeiro.