(Atualizado no dia 09/07/2003)
 
Início Diario de Pernambuco Informática Divertire entra com pé esquerdo no mercado

Diario

Índice Geral
Expediente
Ed. Anteriores
Assinaturas
 

Cadernos

Política
Brasil
Mundo
Economia
Esportes
Vida Urbana
Viver
 

Suplementos

Revista na TV
Empregos
Viver Mulher
Viagem
Informática
Saúde
Carro
Imóveis
 

Serviços

Loterias

 

Informática

Divertire entra com pé esquerdo no mercado

MAIS GAME

Marcelo Oliveira
Especial para o DIARIO

Com um verdadeiro arsenal de mais de 40 tipos de armas, muita ação e estratégia, Devastation é o pontapé inicial da Divertire Games no mercado de games. Não se pode afirmar que começou com o pé esquerdo, mas com certeza não é um jogo que figuraria entre os melhores.

  A ação se desenrola no ano de 2075, em que algumas megacorporações detêm o poder no planeta e usam esquadrões de pacificação para atemorizar as pessoas e manter a dominação geral. Mas existe a resistência e um dos grupos de rebeldes é liderado por Flynn Haskell (que é a cara do Eminem), personagem que você encarna no jogo.

  O jogo é de tiro em primeira pessoa com muita ação e uma certa estratégia. Flynn é seguido por um grupo, que pode ter até oito membros, controlados por computador mas que você dá as ordens gerais. Essas são limitadas a mandar parar, seguir, atacar ou defender. Embora eles devessem lhe ajudar, é provável que eles morram antes que você se dê conta, pois eles partem pra cima do inimigo sem preocupação com a própria pele, prejudicando-o em algumas missões em que a sobrevivência do seu grupo é essencial. Deixá-los um pouco afastados até você resolver a bronca talvez seja a melhor solução.

  O jogo tem um total de 22 missões para modo single player (um só jogador) e 14 níveis no multiplayer (vários jogadores). A melhor fase, que também tem no modo multiplayer, é a que você precisa defender sua base e um aparelho de ressucitação, enquanto monta o ataque para entrar na base inimiga e destruir esse mesmo aparelho. Nessa fase, Territories (Territórios), você não se preocupará tanto com seus companheiros, pois eles renascem cada vez que morrem no local do seu aparelho e voltam pra lhe ajudar.

  Os gráficos do jogo não têm nada de excepcional. Nos cenários você pode ainda pegar praticamente tudo que estiver na sua frente e jogar contra outros objetos ou pessoas. Infelizmente tudo o que aparece no jogo aparenta ter sido feito pela metade, como se entregue às pressas para o público. Você verá pedaços do cenário flutuando no ar ou os membros do seu grupo atirando nas paredes sem motivo algum. A inteligência artificial está aquém de outros jogos que existem por aí; prova disso são os ataques suicidas que seus companheiros fazem. O som também não é bom, e poucas coisas emitem ruído, além de não ter a velha música de fundo. Em suma, talvez uma demora na entrega desse jogo trouxesse algo melhor, com menos erros ou com um melhor enredo.

marcelo@pernambuco.com

Para Rodar

Windows 98/ME/2000/XP
Pentium III 700 Mhz (ou equivalente)
256 MB de RAM
1 GB de espaço em disco
Placa de vídeo 3D de 32 MB com T&L e som








 

 
 
Sua Opinião


Copyright 2001 - Pernambuco.com

Todos os direitos reservados.
É proibida a reprodução parcial ou total do conteúdo
desta página sem a prévia autorização.
diario@dpnet.com.br