CELOBAR
RIO - A polícia exumou ontem o corpo do técnico em equipamentos odontológicos Ricardo Diomedes, de 57 anos, morto no dia 22 após ter ingerido o medicamento Celobar, contraste usado em exames de raio-X. Peritos do IML vão examinar as vísceras de Diomedes para comprovar a causa da morte. Diomedes seria a 22ªvítima do medicamento, produzido no Rio pelo laboratório Enila. Na sexta-feira, a Fundação Oswaldo Cruz informou ter encontrado grande quantidade de carbonato de bário, substância altamente tóxica, no lote 3040068 do Celobar. O carbonato é usado na fabricação de veneno para ratos.